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Festa do PSD-M tem mensagem para a "jota": honremos a nossa história

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 56 minutos
  • 2 min de leitura


Mensagem mobilizadora da história político partidária social democrata surge num contexto em que se sabe que a JSD-M omitiu os primeiros anos da sua história e ignora o seu primeiro presidente, Rui Fontes, atribuindo esse lugar a Miguel Sousa, que na realidade foi o segundo.




Curiosa a mensagem que o PSD Madeira escolheu para publicitar a festa do partido no Porto Santo, este sábado 8 de agosto pelas 21.30 horas. Uma espécie de Chão da Lagoa em ponto pequeno, mas aproveitando a enchente de agosto na ilha dourada e a mobilização de militantes que normalmente ajudam a dar "corpo" ao entusiasmo na "plateia".

"Juntos, honremos a nossa história", uma frase curiosa e coincidente com a revelação pública do "lapso de memória" da JSD-M ao omitir os seus primeiros anos do historial e o seu primeiro presidente, Rui Fontes, fazendo constar oficialmente como tendo iniciado o processo de jota em 1979, quando na realidade começou, formalmente, em 1976 com o I Congresso e aprovação dos primeiros estatutos. E até já existia antes enquanto organização jovem do PSD-M, que inclusive elegeu um seu representante na Assembleia Regional, precisamente Rui Fontes, então um estudante universitário, nas primeiros eleições regionais. Honrar a história é respeitar e ser fiel à história.

Para o comício de reentrada política, no Porto Santo, com discursos e animação musical, o PSD-M publica que está "em contagem decrescente para mais uma grande Festa de Verão, é no Porto Santo que, daqui a dois dias, esperamos por si! Elevemos, juntos e mais uma vez, a nossa Bandeira, honrando a nossa história e cumprindo a tradição que nos une, sempre de olhos postos no futuro!

Façamos deste convívio uma grande Festa! Contamos com todos!"

Relativamente ao discurso de Miguel Albuquerque, naturalmente que vai incidir, mais coisa menos coisa, na governação do PSD-M, que o CDS reclama parte, no crescimento, agora há 62 meses, no desemprego baixo, na redução de impostos, na unidade de saúde do Porto Santo, com custos a mais, do Hospital Central e Universitário da Madeira, com a terceira fase a concurso pelo dobro do valor base do anterior concurso, que ficou "deserto".

 
 
 

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