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  • Henrique Correia

Governo quer acabar com barreiras arquitetónicas nos edifícios públicos e nas obras


Promover as acessibilidades derrubando barreiras

O objetivo deste trabalho, "que se pretende que seja contínuo, é contribuir para uma sociedade mais justa e inclusiva



A secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas (SREI) du a conhecer que em todos as obras que executa "tem sempre a preocupação de melhorar as condições de acessibilidade nos edifícios propriedade da Região, eliminando e reduzindo as barreiras arquitetónicas existentes nos edifícios públicos".

O objetivo deste trabalho, "que se pretende que seja contínuo, é contribuir para uma sociedade mais justa e inclusiva, na qual a concretização dos direitos dos cidadãos com necessidades especiais seja uma realidade", revela uma nota publicada no site do Governo no Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.

O Governo aponta as obras, onde a questão da acessibilidade esteve subjacente às opções arquitetónicas encontradas, com a finalidade de eliminar ou reduzir as barreiras arquitetónicas existentes nos edifícios públicos:

• Escola Básica e Secundária Padre Manuel Alvares, na Ribeira Brava, onde a execução de uma edificação totalmente nova permite que todo o edifício seja acessível a pessoas com mobilidade reduzida. Este estabelecimento será também dotado de instalações sanitárias para mobilidade reduzida e de uma sala de unidade especializada;

• Escola Básica e Secundária Francisco Freitas Branco, no Porto Santo, onde foram reduzidas muitas barreiras, tornando possível a acessibilidade a cadeiras de rodas ao Piso 1 do Bloco 3 e a todos os pisos 0 dos 3 blocos e ao polidesportivo;

• Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Estreito de Câmara de Lobos, em Câmara de Lobos, onde foi colocado um elevador, que permite a acessibilidade a todos os pisos dos Blocos 3 e 4;

• Escola Básica e Secundária da Calheta, onde foram colocadas algumas rampas para permitir uma melhor acessibilidade e construída uma instalação sanitária adaptada;

• Escola Básica do 1.º Ciclo do Caniço, em Santa Cruz, onde foi construída uma instalação sanitária adaptada para mobilidade reduzida e executadas rampas de acesso à Escola;

• Escola Básica do 1.º Ciclo de Câmara de Lobos, onde as soleiras foram rampeadas e alterada uma instalação sanitária por forma a permitir a acessibilidade a pessoas com mobilidade reduzida;

• Reconstrução dos Muros Guarda da Ribeira João Gomes, onde foram alargados alguns passeios e criadas rampas para o devido acesso aos mesmos por parte de pessoas com mobilidade reduzida;

• Jardins públicos dotados de acessos e rampas nos interiores.


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