"Guerra de cervejas" na Choupana
- Duarte Azevedo
- 9 de abr.
- 1 min de leitura
Tudo começou com denúncia de que um lado da contenda possuía 'armas letais' a que levou a um forte ataque do outro lado.

Falar de 'guerra que não seja guerra' nos tempos que correm é demasiado 'desinfeliz' - uma expressão feliz, pertença de um conhecido amigo... Mas vamos, então, à 'guerra' em sentido figurado, claro. Ou, se se preferir, a uma 'guerra de cerveja(s)'.
'Guerra na Choupana', por assim dizer.
Tudo começou com denúncia de que um lado da contenda possuía 'armas letais' a que levou a um forte ataque do outro lado, mais poderoso. Confirmada essa existência e o agrado que tal transmitia ao povo, lá teve o 'todo poderoso' que intervir, levantando até a hipótese de denunciar o acordo que estava assinado. E que não especificava qual a marca das armas a utilizar... O que parecia ser suficiente para defender a posição do 'menos poderoso'.
Mas o 'mais poderoso' não se ficou, agindo de modo a que acabassem essas armas tidas como de melhor qualidade. Que continuavam a voar... de mão em mão. Sempre frescas, consta! O que não agradava ao 'mais poderoso'.
Como resolver o conflito? Só com uma cimeira ao mais alto nível! E assim foi feito. Com acordo final. Que agradou aos dois lados. Ninguém perdeu... será?! Enfim...
A paz voltou e a cerveja não faltou - rima e é verdade! E, cá para nós, isso é que interessa!!!



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