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Jardim não percebe primeiros anos de Albuquerque sem habitação pública

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 7 minutos
  • 2 min de leitura


Antigo presidente do Governo sugere para a Mobilidade: era bom colocar em Lisboa, neste período, alguém bem preparado que acompanhe e ajude a montar um sistema que acabe com problemas desnecessários.





Alberto João Jardim, o antigo presidente do Governo Regional, tem um "conflito" interno com 2015, uma espécie de "obsessão" pelos contornos das eleições no PSD-M que colocaram Miguel Albuquerque no Poder. Um "trauma" político que é extensivo, por motivo diferente, ao próprio Albuquerque, que fez do seu início de governação uma espécie de "achamento" da Madeira, como se sabe governada pelo mesmo PSD desde o principio da Autonomia.

Com essa "espinha na garganta", e inspirado pelo suposto "nascimento" da Região em 2015, Jardim "pica" Albuquerque sempre que pode. E recentemente voltou a fazê-lo na rede social X, onde "dá uma no cravo e outra na ferradura". Elogia a reprogramação do “Madeira 2030”, pela secretaria regional de Finanças, "com prioridade absoluta à Habitação", mas logo de seguida escreve isto: "Ainda hoje estão por perceber duas coisas, entre várias:


1. Porque é que, nos primeiros anos desde e após 2015, praticamente não se construíram novas habitações de iniciativa da Região?.


2. Porquê, desde 2015, não há transferências de competências ou de património, do Estado para a Região Autónoma?


Mas Alberto João Jardim não se ficou por aqui e a propósito do momento de "modificar os disparates sobre o Complemento de Mobilidade Aérea" defendeu que "era bom colocar em Lisboa, neste período, alguém bem preparado que acompanhe e ajude a montar um sistema que acabe com problemas desnecessários, politicamente errados.

E deixa uma mensagem sobre a presença de Hugo Soares no stand da Bolsa de Turismo de Lisboa: "A cultura cristã do Povo Madeirense, fez a caridade de acolher um pobre homem marcado pela ainda sobrevivendo cultura colonialista na parcela do litoral oeste da Ibéria, dando-lhe uma lição de Democracia e de boa-educação".

 
 
 

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