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  • Henrique Correia

Jardim queria mais sobre a Revisão no Conselho Regional : "Que se passa?"


Antigo presidente do partido estranha que "do Conselho Regional do PSD/Madeira, ontem, não haja uma posição sobre o que mais decisivo para o futuro do Povo Madeirense". Sobre a Revisão, há 3 pontos nas conclusões.



O antigo presidente do Governo Regional e do PSD Madeira Alberto João Jardim publicou hoje uma nota questionando a ausência de posição sobre a Revisão Constitucional por parte do Conselho Regional do PSD Madeira que se reuniu ontem na Calheta. Jardim estranhou e questionou: "Que se passa?..."

Embora o Conselho seja presidido pelo seu vice do Governo, Cunha e Silva, Alberto João Jardim o que quer mesmo é questionar Albuquerque para que este esclareça sobre o que entende como eventual silêncio num contexto importante de reivindicação da Madeira sobre a Revisão Constitucional.

Jardim escreve: "Estranho que do Conselho Regional do PSD/Madeira, ontem, não haja uma posição sobre o que mais decisivo para o futuro do Povo Madeirense: a Revisão Constitucional, que se desenha FRAUDE anti-Portugueses e COLONIALISMO anti-Autonomias!

Que se passa?..."

Mas Jardim não tem totalmente razão, uma vez que sem especificar o que pretendia na realidade, ao referir que não há uma posição sobre a Revisão, deixou no ar que tipo de posição pretendia do Conselho Regional, que por acaso nas conclusões até faz referência ao assunto, que se admite não corresponder exatamente ao que pretendia Jardim. Supõe-se que o antigo presidente queria mais do que está escrito, situações mais concretas.

Vejamos os pontos onde há referência à Revisão Constitucional no texto das conclusões do Conselho Regional:


5. O Conselho Regional sublinha, por outro lado, a abertura e o acolhimento, por parte do Partido a nível nacional, das legitimas pretensões da Madeira quanto à urgente revisão Constitucional, consubstanciadas numa proposta global de revisão que, ajustada aos desafios do País, valoriza a Autonomia e o seu aprofundamento futuro, a favor da Madeira e dos Açores.


6. Uma revisão essencial que dispensa os subterfúgios já assumidos, publicamente, pelo PS, quanto à sua concretização – mesmo ciente de que a mesma só avança com o seu voto favorável – numa posição política que deixa antever o adiamento de mais esta oportunidade crucial para o País e para as suas duas Regiões Autónomas.


7. Aliás, lamenta-se que o PS tenha sido o único Partido a relegar a Autonomia para segundo plano, com a conivência dos deputados eleitos pela Região à Assembleia da República, limitando-se a apresentar um projeto simplista e redutor que ignora as Regiões e que apenas vem confirmar o espírito e a visão centralista com que governa Portugal.








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