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Mobilidade Aérea "emperrada": a culpa é da outra (Entidade)

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 3 minutos
  • 1 min de leitura

O ministro "tirou da cartola" um novo dado para "sacudir a água do capote" das anomalias na plataforma da Mobilidade Aérea: não anda como deve ser por causa da Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública.




A plataforma da Mobilidade Aérea anda para a frente e para trás. Levou muito tempo a entrar em vigor, levou muito tempo a reparar anomalias, levou muito tempo a cumprir com os propósitos. E ainda hoje não cumpre.

Mas depois de uma tensão Região/República, o ministro das Infraestruturas veio finalmente esclarecer. Não avança nada com isso, pelo menos rapidamente, mas manda a responsabilidade para a ESPAP, a Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, que segundo Pinto de Luz está a demorar na operacionalização da plataforma do subsídio de mobilidade.

As alterações ao decreto-lei, que define um novo modelo para a atribuição do subsídio social de mobilidade nas ligações aéreas entre os Açores e a Madeira ao continente, deram como novidade o fim do teto máximo das viagens, uma realidade que contraria os desejos do Governo.

O ministro nega que o Governo esteja a meter na gaveta as alterações e responsabiliza a entidade que configura a plataforma. O ministro de Montenegro diz que vai cumprir com o foi aprovado na Assembleia da República e garante que o Governo está a fazer pressão junto da ESPAP.



 
 
 

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