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Montenegro ignora reações da Madeira: Mobilidade fica assim

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 18 horas
  • 1 min de leitura


Primeiro-ministro responde a Filipe Sousa para dizer que a exigência das declarações de não dívida para haver reembolso visa "gerir bem o que é de todos".



O primeiro-ministro e companheiro de caminho de Miguel Albuquerque, no PSD, diz que as declarações de não dívida à Segurança Social e ao Fisco, exigidas, para reembolso, no novo modelo de mobilidade aérea entre Madeira e o continente, são para "gerir o que é de todos". Foi numa resposta a questões do deputado do JPP Filipe Sousa, que considerou "uma pouca vergonha" esta discriminação entre cidadãos nacionais.

Luís Montenegro explica que o modelo é melhor e a plataforma tem requisitos "por transparência". Diz que os subsídios que o governo atribui aos cidadãos pressupõem uma relação recíproca de cumprimento das obrigações com o Estado por parte dos cidadãos. As pessoas podem ter dívidas e terem acesso ao subsídio, desde que tenham estabelecido um plano de pagamento em curso. Não acredito que o senhor deputado esteja a classificar de pouca vergonha estarmos a atribuir subsídios a pessoas que não cumprem as suas obrigações com o Estado. É preciso gerir bem o que é de todos.

 
 
 

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