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Morreu Gal Costa; Albuquerque lembra "uma artista completa"

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 9 de nov. de 2022
  • 1 min de leitura

Presidente do Governo escreve: "Neta de um madeirense, a sua voz melodiosa foi muitas vezes banda sonora das nossas vidas, com o seu jeito de Bossa Nova, mas que não deixou nunca de se inovar e de captar novos públicos".



Morreu Gal Costa, uma voz do mundo, tinha 77 anos de idade. Tinha atuações marcadas em Portugal, nos coliseus de Lisboa e do Porto, este mês, mas adiou-as para 2023.

Gal Costa estava em digressão com "As várias pontas de uma estrela", espetáculo no qual revisitava grandes sucessos dos anos 80, nomeadamente "Açaí", "Nada mais", "Sorte" e "Lua de mel", revela o Jornal de Notícias.

Maria da Graça Costa Penna Burgos era natural de Salvador da Bahia e estreou-se, em agosto de 1964, no espetáculo "Nós, por exemplo", ao lado de Maria Bethânia, Caetano Veloso e Gilberto Gil.

"Deixou-nos uma excecional intérprete das melhores músicas que o Brasil deu ao mundo, uma artista completa e uma mulher de classe e garra", foi assim que Miguel Albuquerque reagiu à morte de Gal Costa

"Neta de um madeirense, a sua voz melodiosa foi muitas vezes banda sonora das nossas vidas, com o seu jeito de Bossa Nova, mas que não deixou nunca de se inovar e de captar novos públicos.

Foram mais de cinco décadas de uma carreira marcante. Deixará muitas saudades e simultaneamente a certeza de se eternizar pela riqueza que nos deixa", escreve o presidente do Governo no seu Facebook.

O JN refere que "de acordo com a imprensa local, Gal Costa tinha feito uma pausa nos concertos para fazer uma cirurgia destinada a retirar um nódulo das fossas nasais".

 
 
 

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