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Naval na Marina põe sócios de "pé atrás": 751 mil euros/ano

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 19 de jun. de 2025
  • 1 min de leitura


António Fontes assinou contrato que implica 751 mil por ano, mais IVA, 248.700 euros de caução e 500 mil de uma só vez a título de contrapartida inicial. O contrato é por 15 anos.



O negócio de exploração da Marina do Funchal, ganho pela empresa Marina da Baía do Funchal, com o Clube Naval do Funchal à "cabeça", não é um processo pacífico para uma parte significativa de sócios, que apontam a dificuldade de gestão desta concessão atendendo ao valor envolvido, 751.000 euros por ano, mais IVA, não dedutível, além das despesas constantes da garantia de manutenção do espaço. E meio milhão, de uma vez só, como contrapartida de assinatura do contrato. Fora os 248.700 euros de caução. A APRAM é a entidade adjudicatária.

O presidente do Naval, António Fontes, representou a empresa na assinatura deste contrato por 15 anos, mas alguns sócios colocam reservas sobre o futuro, uma vez que o atual presidente pode sair no final do mandato e entretanto comprometeu o clube a um negócio que deixa certezas da despesa, elevada, e muitas incertezas relativamente a dividendos para o clube. colocam mesmo a dúvida se o presidente não estará a comprometer o futuro do Naval.

O contrato foi publicado na base de contratos públicos a 15 de maio último e o objeto corresponde à concessão da exploração da zona comercial, a requalificação e exploração da zona náutica e a exploração da zona maritimo turística.

 
 
 

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