Novo Hospital conclui 2.ª fase; 3.ª ficou mais "atrativa" (415 milhões)
- Henrique Correia

- há 45 minutos
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Tecnovia releva participação e conclusão da segunda fase. Foi um dos concorrentes que deixaram o concursocda terceira fase "deserto" por 265 milhões. Agora, por 415 milhões+IVA, prevê-se uma "corrida" mais "atrativa".

Imagens Facebook Tecnovia


"Mais um grande passo para as infraestruturas de saúde na Madeira", revelou a Tecnovia marcando a conclusão "com sucesso" a 2.ªfase da Construção do Novo Hospital Central da Madeira (HCUM).
"Uma grande obra executada em consórcio com a participação da Tecnovia Madeira, que incluiu a execução da estrutura em betão armado, alvenarias e novos acessos, deixando pronta a estrutura principal deste projeto, fundamental para a região. Os benefícios são estruturantes para toda a comunidade", refere a nota da empresa, acompanhada por algumas imagens.
"Com a conclusão desta fase decisiva, ficamos mais próximos de equipar a região com instalações modernas e de excelência, contribuindo para a segurança, eficiência e qualidade nos cuidados de saúde de todos os madeirenses", conclui a nota.
Segue-se agora a terceira fase, sendo que já foi aberto um segundo concurso, por 415 milhões mais IVA, depois do primeiro ter ficado "deserto" atendendo a que os cinco candidatos, entre eles a Tecnovia, não concretizaram essa candidatura.
Esta terceira fase da empreitada tinha inicialmente um preço base de 265 milhões de euros e abrange as infraestruturas gerais, acabamentos e instalações técnicas da futura unidade hospitalar. O valor afastou os candidatos e o preço base sofreu um aumento considerável.
Relativamente ao primeiro concurso, as empresas apresentaram sucessivos pedidos de esclarecimento conforme definido no Código dos Contratos Públicos.
Recorde-se que em fevereiro último, foram apurados cinco agrupamentos na sequência do concurso limitado por prévia qualificação para esta empreitada, os quais passaram à fase final do procedimento, tendo estes sido convidados a apresentar propostas.
Foram convidados a apresentar propostas os seguintes agrupamentos:
- Tecnovia Madeira, Sociedade de Empreitadas SA; AFAVIAS - Engenharia e Construções, S.A; HCI - Construções, S.A.
- ETERMAR - ENGENHARIA, S.A.; CASAIS - Engenharia e Construção, S.A.
- Teixeira Duarte - Engenharia e Construções, S.A.; TDGI Tecnologia de Gestão de Imóveis, S.A.; EPOS - Empresa Portuguesa de Obras Subterrâneas S.A.
- MOTA-ENGIL, ENGENHARIA E CONSTRUÇAO, S.A.; CAPSFIL - Carlos Augusto Pinto Dos Santos &
Filhos, SA
- ACA - Alberto Couto Alves, S. A.; RIM - Engenharia e Construções, SA; OMATAPALO - ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO S.A.
No passado mês de abril, a secretaria regional de Equipamentos e Infraestruturas decidiu prorrogar o prazo fixado para a apresentação das mesmas. Sem sucesso. O Governo já lançou outro concurso que tem um agravamento de custos aproximado aos 50%
O Hospital Central e Universitário da Madeira ocupa uma área de aproximadamente 171.318 metros quadrados e terá cerca de 600 camas, um heliporto e cerca de 1.200 lugares de estacionamento.



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