Portosantense enfrenta processo de licenciamento para os "nacionais"
- Duarte Azevedo
- 24 de abr. de 2023
- 1 min de leitura
Clube tem de ter, pelo menos, '2 estrelas' na Certificação.

Há todo um processo de Licenciamento que os clubes têm que cumprir para serem admitidos nas provas nacionais de futebol e de futsal, para além da conquista desportiva que possibilite essa presença.
Por exemplo, os candidatos ao Campeonato de Portugal, Liga 3, Liga Revelação, Liga BPI e Liga Placard têm de ter o mínimo 3 estrelas no processo de Certificação de Entidades Formadoras, exceção feita aos candidatos ao Campeonato de Portugal que participem nas provas Distritais e Regionais que podem obter, apenas uma vez, na época da primeira subida, a certificação mínima de 2 estrelas. O CD Portosantense, campeão da Madeira, está nesta situação. O CSD Câmara de Lobos, por outro lado, sem qualquer certificação - nem a mínima Centro Básico de Formação - esta temporada não poderia estar a nível nacional. Ao que se sabe, o clube do porto santo deve cumprir esse mínimo, apresentando-se a situação do recinto de jogo como a mais sensível, como Campo do Liceu a surgir como alternativa ao Estádio do porto Santo - este, para já, sem condições.
No caso concreto do futsal, a mínima qualificação, Centro Básico de Formação, permite a participação a nível nacional que foi, precisamente, o que aconteceu com o CD Nacional e com o AD São Roque do Faial na presente temporada e que jogaram na III Divisão Nacional. O CS Marítimo, (ainda) a competir na II Divisão, apresenta 4 estrelas



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