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Prazeres sem árbitro no badminton

Duarte Azevedo
30 de jan. de 2022
1 min de leitura

Arrancou a Liga de Clubes.


No regulamento do badminton, e nomeadamente da Liga de Clubes, os participantes são obrigados a apresentarem um árbitro para dirigir os jogos agendados. Se, eventualmente, um clube não tiver ninguém nos seus quadros capaz de tal ou se optar por não fazê-lo, solicita à Federação Portuguesa de Badminton um elemento do Quadro de Árbitros, fazendo o respetivo pagamento.

No caso dos clubes madeirenses, o CDR Prazeres não apresenta qualquer elemento em condições de ser árbitro, ao contrário do CS Madeira e AD Pontassolense, estes dois curiosamente com os seus técnicos, Cosme Berenguer e Adalberto Escórcio respetivamente, a exercerem essas funções. E a pouparem alguns euros...

Após a 1ª jornada da Liga de Clubes realizada sábado em Óbidos, o CS Madeira está em 3º Lugar (vitória sobre Braga 4-1 e derrota com Académica 2-3), o CDR Prazeres em 4º (vitória sobre Famalicão 3-2, derrota com CHEL 2-3) e AD Pontassolense em 5º (derrota com CHEL 0-5 e vitória sobre Braga 4-1).

Na foto, Cosme Berenguer a dirigir a final da época passada, curiosamente entre uma equipa madeirenses, CDR Prazeres, e o CHEL Lagoense.

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