Quarentena obrigatória pode dificultar arranque dos trabalhos no futebol
Liga estuda medidas para suavizar o problema

Sem se conhecer a dimensão de jogadores brasileiros que Marítimo e Nacional terão nos plantéis da próxima época, desde já coloca-se uma questão que pode implicar com o regresso aos trabalhos das duas equipas: a obrigatória quarentena de quem viaja do Brasil para Portugal. Esta situação já originou que Paços de Ferreira e Vizela, que hoje começaram a treinar, não pudessem contar com todos os elementos, enquanto o reforço do FC Porto, Pêpe, antecipou a viagem para Portugal a fim de cumprir a quarentena de 10 dias e estar presente quando Sérgio Conceição começar os treinos, a 1 de julho. No caso do Marítimo, o novo jogador, Henrique Rafael, foi visto a treinar nos últimos dias na Academia Extreme de Santa Rita do Sapucaí pelo que dificilmente poderá começar a preparação na Madeira desde o início. Já com Caio Secco - na foto -, o Marítimo não deverá ter problemas dado que o guarda-redes é dado como certo no Penafiel. Transferência que deverá trazer algum pecúlio financeiro pois o Marítimo pagou para contratar o jogador ao Feirense, nesta época que está a finalizar. Voltando à situação da 'quarentena', também se sabe que a Liga estuda, junto do governo, soluções que possam permitir ou a dispensa da quarentena ou a diminuição da sua duração desde que sejam realizados testes diários. Recorde-se que o Marítimo tem o início dos trabalhos agendado para a próxima segunda-feira, estando o primeiro treino previsto para dois dias depois.



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