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Rali vai homenagear figuras da história da prova com peça de Ricardo Veloza

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
3 de ago. de 2021
1 min de leitura

Janica Clemente e Joaquim Sá e Sousa entre as homenagens póstumas.


Janica Clemente.

Joaquim Sá e Sousa.


É quinta-feira, dia 5 de agosto, no final da apresentação dos pilotos e desfile das viaturas no podium instalado na Praça do Povo, que haverá uma cerimónia pública de homenagem póstuma a seis figuras que marcaram a vida do Rali Vinho Madeira.

Nomes como o fotógrafo amador e aficionado do automobilismo, Filipe Ferraz, o antigo co-piloto Duarte Coelho, o Observador da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting – FPAK, Claudino Romeiro , Noel Deberdt, organizador do Ieper Rally na Bélgica, o saudoso piloto madeirense Janica Clemente e Joaquim Sá e Sousa, que acompanhou Janica em alguns ralis, passando mais tarde a integrar várias Comissões Organizadoras do RVM, são essas figuras que a edição de 2021 vai assinalar.

De acordo com o gabinete de comunicação da prova, o escultor Ricardo Veloza, criou de propósito para assinalar o evento uma peça de arte que nas suas palavras “representa uma homenagem à vida e não à morte”. Nas peças estão representadas as individualidades de cada pessoa alvo deste tributo do Rali Vinho Madeira. Na memória descritiva que fez à sua obra, o escultor Ricardo Veloza, fala-nos numa peça que “consiste num plano de ferro, com orifício por onde passa uma fita em metal revestida em folha de ouro, representando a vida, enquanto o elemento em dourado representa a passagem para o outro lado. “O orifício altera conforme o tempo que passaram pela vida. Conforme a idade, o orifício fica no topo do plano, enquanto para os que faleceram mais jovens o orifício fica mais em baixo”

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