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Relações normalizadas mas..."Não haverá mais conversa mole”.

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 2 minutos
  • 1 min de leitura

Miguel Albuquerque "mole" à chegada mas mais "duro" quando subiu ao palco da Herdade: "Existem dossiês fundamentais que precisam de ser resolvidos".




Depois de ter dito, à chegada, que as relações com o Governo e com o PSD nacional estavam "normalizadas", Miguel Albuquerque subiu ao palco da Festa do Chão da Lagoa com uma tónica diferente. Há luta, há assuntos pendentes e a sensação de a Madeira estar a ser tratada como de segunda. Não explicou como é que, num quadro destes, as relações podem estar normalizadas.

"A luta continua, precisamente, porque existe ainda um longo caminho a percorrer na defesa dos interesses da Madeira e de todos os Madeirenses.

Precisamos de mais poderes, precisamos que a República cumpra com aquilo que tem a cumprir e queremos, acima de tudo, ser tratados como Portugueses de primeira e, não, de segunda”, vincou, deixando claro que existem dossiês fundamentais que precisam de ser resolvidos e que não há nem haverá mais “cedências nem conversa mole”.

O líder do PSD-M disse ainda"

“Nós estamos aqui para defender a Madeira seja quais forem as circunstâncias e hoje é muito bom estarmos aqui a celebrar 50 anos de autonomia, de conquistas e de desenvolvimento, o que muito orgulha o PSD/M, mas a verdade é que a luta continua”.

"A política é feita de valores. E os valores em que acreditamos são muito simples: uma Madeira livre, autónoma e democrática, onde todos os cidadãos tenham oportunidades» disse Albuquerque".

 
 
 

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