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Rodrigues volta a estar contra o voto do "seu" CDS e do parceiro PSD

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 6 minutos
  • 2 min de leitura


Em causa o chumbo da proposta que previa o pagamento a 100% do subsídio de doença para doentes oncológicos.



"O partido de Freitas do Amaral, Adelino Amaro da Costa e Lucas Pires, tal como o PSD de Francisco Sá Carneiro, não podem resignar-se ao silêncio, à ambiguidade".


O CDS-PP Madeira manifestou hoje a sua "profunda discordância e tristeza perante a rejeição, na Assembleia da República, da proposta que previa o pagamento a 100% do subsídio de doença para doentes oncológicos".

José Manuel Rodrigues, líder centrista madeirense e secretário regional do Governo com o PSD, diz trata-se de "uma decisão incompreensível do ponto de vista humano, social e político, tanto mais grave por incidir sobre cidadãos particularmente vulneráveis, que enfrentam uma das fases mais difíceis das suas vidas e que, nesse momento, exigem do Estado proteção, sensibilidade e justiça".

"O CDS-PP Madeira não se revê no sentido de voto assumido pelo CDS e pelo PSD nesta matéria, por entender que o mesmo contraria a matriz ideológica que presidiu à fundação de ambos os partidos, bem como os princípios democrata-cristãos e social-democratas consagrados nos seus Programas e Estatutos.

O partido de Freitas do Amaral, Adelino Amaro da Costa e Lucas Pires, tal como o PSD de Francisco Sá Carneiro, não pode resignar-se ao silêncio, à ambiguidade ou à indiferença perante decisões desta natureza".

José Manuel Rodrigues diz que "o CDS-PP Madeira reafirma, por isso, a sua fidelidade aos princípios que sempre distinguiram o melhor do CDS: a defesa da dignidade da pessoa humana, a proteção dos mais vulneráveis e a convicção de que a política só faz sentido quando coloca as pessoas no centro das decisões. E espera, por isso, que o CDS e o PSD, enquanto forças que suportam o Governo da República, reconsiderem a sua posição sobre esta matéria, permitindo que os doentes oncológicos possam beneficiar do subsídio de doença a 100%, como impõem elementares razões de humanismo, justiça e solidariedade".

 
 
 

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