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Se foram impedidos de falar passem a independentes

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 2 horas
  • 1 min de leitura

Antigo deputado do PSD e atual vice da Câmara do Funchal, Carlos Rodrigues, diz que "quem ordena assim não nos está a respeitar e essa atitude tem de ter consequências".




O antigo deputado social democrata Carlos Rodrigues, hoje vice presidente da Câmara do Funchal, veio a público criticar as declarações do líder parlamentar do PSD na Assembleia da República, Hugo Soares, durante o debate sobre as propostas de alteração do Modelo de Mobilidade Aérea. Declarações preocupantes na forma como o Governo entende as Autonomias e uma tarifa que não é subsídio mas um direito de cumprimento da continuidade territorial.

O agora autarca escreve que o que se passou, hoje, na Assembleia da República, "envergonha-me. Senti vergonha alheia com as declarações feitas pelo PSD, paternalistas, sobranceiras e desdenhosas para os madeirenses e açorianos".

Carlos Rodrigues diz: "Não, não se trata de um subsídio, não, não se trata de um apoio, não, não se trata de uma ajuda. Trata-se de um DIREITO, quer queiram, quer não. Não admito que usem a cartada do dinheiro dos contribuintes e da boa gestão da coisa pública quando de direitos estamos a falar. Essa converseta centraleira, esse discurso vetusto de descobridores falidos, essa complacência artificial, essa altivez perante os colonos não cola. Tenham lá juízo.

Por outro lado, se os deputados do PSD, eleitos pela Madeira foram proibidos de falar só resta um caminho, mais nenhum: passarem a independentes.

É inimaginável que sobre assuntos da Madeira sejam outros a falar. Quem ordena assim não nos está a respeitar e essa atitude tem de ter consequências".



 
 
 

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