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  • Foto do escritorHenrique Correia

Sondagem da RTP leva Albuquerque ao "forcing" da maioria absoluta



"Não é possível governar esta terra discutindo, todos os dias, tudo e a toda a hora, nós precisamos de tomar decisões".




A sondagem da RTP/Antena1 Madeira para as Legislativas Regionais de domingo próximo tem a mesma tendência de vitória da coligação já registada na consulta do JM, mas os contornos são diferentes no que toca à possibilidade de haver um Parlamento com maior representatividade. E a verdade é que Miguel Albuquerque já viu o que pode acontecer e ontem à noite, no comício em Câmara de Lobos, desde sempre um bastião social democrata, fez um "forcing" para a maioria absoluta. E demorou mais a explicar o porquê dessa necessidade.

A sondagem da Universidade Católica para a televisão e rádio públicas admite a possibilidade de representação parlamentar para 9 partidos, o que a acontecer seria a maior diversidade representativa no Parlamento Madeirense, só em 2011 é que a Assembleia Regional teve 8 partidos representados.

Por via das dúvidas, ainda que a vitória não esteja em causa, Miguel Albuquerque sabe que uma distribuição de mandatos pelos diferentes partidos pode vir a penalizar o objetivo da coligação, que é eleger pelo menos 24 em 47. Mas se forem eleitos, no limite das previsões da sondagem, teremos na oposição o PS com 13, JPP e Chega com 4 cada e IL, BE, CDU e PAN com 1 cada, o que dá um número total de 25. Nesse caso, a coligação teria 22.

É mais ou menos este enquadramento que leva Albuquerque a acelerar o discurso pela maioria absoluta e deverá ser esta a tónica das ações de campanha até sexta-feira. Para já, o cabeça-de-lista da coligação disse, em Câmara de Lobos, que "é decisivo que a Madeira continue a ter um governo de maioria, porque só com maioria é que temos capacidade de governar. Não é possível governar esta terra discutindo, todos os dias, tudo e a toda a hora, nós precisamos de tomar decisões, precisamos de planear o futuro, precisamos de dizer às pessoas, aos agentes económicos, aos investidores e àqueles que querem continuar a progredir, aquilo que é necessário fazer e aquilo com que podem contar a 4 anos”

Albuquerque reiterou não existirem “vitórias antecipadas” e garantiu nunca ter visto “ninguém ganhar eleições nas sondagens”, redobrando o pedido para que todos, sem exceção, vão às urnas depositar o voto e garantam, com isso, a continuidade de um projeto que, também no caso de Câmara de Lobos, é para continuar a cumprir".

E depois dos pedidos, as promessas: caso mereça a confiança no próximo dia 24 de setembro, vai continuar a construir Habitação no concelho para os mais jovens – para além dos 7 Blocos e dos 177 apartamentos que já estão em construção – vai aumentar o POSEI em 20% e reforçar os apoios aos agricultores e vai, também, pagar condignamente aos produtores de vinho, sem esquecer o arranque da fundamental ligação entre o Curral das Freiras e o Jardim da Serra.

Paralelamente, é também objetivo de Miguel Albuquerque estabelecer um protocolo com o Centro Paroquial do Carmo para garantir mais 120 camas, atendendo à necessidade de aumentar o número de camas e de residências para os Idosos no concelho, continuar a apostar nas infraestruturas desportivas para a juventude – aludindo ao futuro Estádio do Ribeiro Real já em execução e ao Pavilhão Gimnodesportivo do Estreito, cuja construção já está em fase final – e requalificar a Escola Primária do Estreito de Câmara de Lobos, finda que está a intervenção na Escola Secundária.

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