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  • Foto do escritorHenrique Correia

UGT defende acordo tripartido para a Madeira



Nova direção na Região critica a falta de autonomia financeira e a composição da Comissão Permanente de Concertação Social e do Conselho Económico e Social.





A falta de autonomia financeira e a composição da Comissão Permanente de Concertação Social e do Conselho Económico e Social foram críticas levadas pela nova direção da UGT Madeira no encontro com José Manuel Rodrigues.

A presidente da UGT Madeira, Leonilde Cassiano, foi dizer que “houve uns contratempos, esperemos que de futuro tudo se resolva pelo melhor”.

É meta da União Geral de Trabalhadores (UGT) “elaborar na Madeira um acordo tripartido, à semelhança do que se fez a nível nacional, entre Governo, sindicatos e patronato. Um acordo que traga uma previsibilidade, nesta nova legislatura que se inicia, de aumentos salariais, de mais rendimento, e de melhores condições de combate à precariedade, tanto para os trabalhadores como para as próprias empresas”, vincou o presidente da UGT Madeira.

Leonilde Cassiano aclarou que ao assinarem estes acordos, as empresas ficam com “mais-valias ao nível da fiscalidade e da formação dos trabalhadores”. Admitindo que há um longo caminho a percorrer, a dirigente sindical considera que o acordo devia contemplar “a previsibilidade de aumento do complemento regional ao salário mínimo”, de modo a dar garantias aos funcionários, “que ficam a saber com que podem contar no próximo ano”, e ao patronato “que saberia quais os seus custos e o que poderia fazer com a sua empresa”, concluiu a presidente da UGT Madeira, refere uma nota do gabinete de comunicação da Assembleia.

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