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A ficção juntou presidentes da Autonomia

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 23 horas
  • 1 min de leitura

O discípulo de Jardim, Miguel Albuquerque, foi ver a obra do "mestre". Um momento de aparente harmonia entre a ficção e a realidade.







Alberto João Jardim, o "mestre" da obra, e Miguel Albuquerque, "discípulo" da obra do "mestre", como todo o bom "aluno" que fez aquela "escola", encontraram-se no Museu da Imprensa, em Câmara de Lobos, para a apresentação do livro de Jardim "Independência?", uma ficção para refletir numa realidade de 50 anos da Autonomia Política da Madeira. O reencontro foi cordial, para debaixo do "tapete" foram atritos, uns mais longínquos do que outros, mas todos com base na transição em 2015, para uns o "achamento" da Nova Madeira, para Jardim uma falsa "renovação". É a Política a funcionar.

"Independência" é, para Albuquerque, um "título muito oportuno". O presidente do Governo escreveu: "Nós vivemos um tempo político, onde, novamente, temos de refletir sobre a nossa Autonomia Política: quais os desafios para as futuras gerações daquilo que construímos ao longo destes 50 anos."

De Jardim, eis o que Albuquerque disse: "O Povo da Madeira e do Porto Santo assimilou a noção do que deve ser a prática política e a Autonomia".

 
 
 

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