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  • Foto do escritorHenrique Correia

Albuquerque admite entendimento com a Iniciativa Liberal



Presidente do Governo Regional, líder do PSD-M e cabeça-de-lista da coligação Somos Madeira lança um dado novo (acordo com a IL) que pode evitar a demissão e não põe de lado a candidatura à presidência da República.



Miguel Albuquerque vai ajustando as estratégias a cada dia de campanha e a cada entrevista que dá. Tirando os temas de investimento e os milhões em acessibilidades, habitação, a transição digital, a questão governativa e a viabilização de um governo em caso da coligação não ter maioria absoluta, forma uma questão evolutiva. Tem a ver com as sondagens internas, porque as externas, dos dois jornais, sofreram uma paragem e deverão estar guardadas mais para o fim de campanha, tem a ver com o que podem valer os outros partidos.

O cabeça-de-lista da coligação Somos Madeira já disse que sem maioria não governa, demite-se. E como recusa parceria com o Chega, que diz ser um partido contra a Autonomia, a hipótese de sair, nesse contexto, apareceu como uma hipótese a considerar. Mas agora, já é diferente. E a entrevista de hoje ao jornal Nascer do Sol veio lançar uma nova possibilidade uma vez que Miguel Albuquerque admite um entendimento com a Iniciativa Liberal, diz que ao contrário do Chega é mais fácil entender-se com a IL, embora considere que o partido que tem Nuno Morna como cabeça-de-lista não vai ter grande votação.

Esta posição de Albuquerque é uma evolução relativamente ao que vinha apresentando num cenário de demissão, já põe em cima da mesa um dado novo. Uma relação com a IL pode ser determinante se a coligação PSD/CDS não conseguir a maioria absoluta, ou seja se não conseguir uma votação para garantir 24 mandatos no Parlamento.

Para o presidente do Governo Regional e lider do PSD-M há um outro passo na sua vida política que não põe de parte, uma eventual candidatura à Presidência da República. Deixa no ar essa possibilidade quando sair da Quinta Vigia.

Albuquerque fala também de Jardim e mostra que os atritos já lá vão, pelo menos para o exterior e em contexto eleitoral é sempre melhor apresentar virtudes e ocultar defeitos. Diz que se dá bem com o ex-presidente Jardim, que tantas vezes insinuou um golpe interno para o destituir através de um concluio Passos Coelho/Albuquerque. Águas passadas, como é habitual nos "arrufos" da política comparativamente com o que acontece na "sociedade civil".


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