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Albuquerque anuncia redução do IRC mas o líder do CDS já tinha avançado

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
há 6 minutos
2 min de leitura


José Manuel Rodrigues já tinha dito: "Há condições para reduzir a taxa geral de IRC, na Região, para 12,6%". O que Albuquerque acabou por confirmar.




Aconteceu com o salário mínimo, acontece agora com a descida do IRC, neste caso aproveitando a descida já anunciada para o continente, o que se aplica também aos escalões do IRS, que a Madeira irá acompanhar a redução no âmbito do diferencial de 30% que é permitido à Região.

Mesmo sendo uma redução previsível à "boleia" das medidas nacionais, o líder do CDS Madeira e secretário regional da Economia anda à frente de Miguel Albuquerque, presidente do Governo e líder do PSD-M, em anúncios que são populares tendo em conta que aumenta rendimento às pessoas, num caso, e reduz carga fiscal às empresas, noutro.

Albuquerque anunciou a descida do IRC para 12,6%. Foi ontem, nas Jornadas Parlamentares do PSD-M, em Santa Cruz, uns bons dias depois de José Manuel Rodrigues ter trazido essa "proposta" em iniciativa também partidária, o que certamente já tinha sido alvo de acerto em sede de Governo, mas que o CDS avançou para naturalmente capitalizar em termos partidários e de influência no Governo, como o líder centrista gosta de referir.

Rodrigues veio a público dizer que defende a redução do IRC na Madeira, para 2027, em linha com o anunciado para a República.

Neste momento, este imposto sobre as empresas é de 19% no continente e de 13,3% na Madeira, sendo que nos concelhos do norte e na ilha do Porto Santo se aplica uma taxa de 8,75%.

Tendo em consideração a previsível baixa de 1 ponto percentual do IRC no continente, no próximo Orçamento do Estado, há condições para reduzir a taxa geral de IRC, na Região, para 12,6%, e harmonizar as taxas reduzidas, o que tornará o nosso arquipélago altamente competitivo e um dos territórios da União Europeia com mais baixa fiscalidade sobre as empresas.

O mesmo acontece com o IRS sobre o trabalho, onde o Governo da República anunciou uma redução das taxas até ao sexto escalão. O CDS entende que a Região deve acompanhar esta medida e manter os 30% a menos de IRS, nos nove escalões deste imposto"

 
 
 

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