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Albuquerque diz que marca posição com "ação" e "verticalidade"

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 5 minutos
  • 1 min de leitura


"É em momentos como este, com a nossa ação e com a nossa verticalidade, que marcamos posição no seio do partido".




Miguel Albuquerque dirigiu os trabalhos do Congresso Nacional do PSD, a partir da Mesa do Congresso, onde ainda é presidente mas já anunciou a sua indisponibilidade para continuar. Diz que a posição é pessoal, portanto não vincula o PSD Madeira, mas certamente articulou com Rubina Leal a presença da estrutura regional na vice presidência da Mesa, cujo líder vai passar a ser o presidente açoriano José Manuel Bolieiro.

Para muitos dirigentes e militantes do PSD Madeira, a posição regional neste congresso nacional deveria ser de firmeza, sai Albuquerque e ninguém aceita cargos. Demonstrar receio, saindo mas deixando uma espécie de estratégia de "representante", vem tornar a posição da Madeira mais frágil face ao "congelamento" das questões pendentes.

Perante as criticas, mas sem responder diretamente, Miguel Albuquerque fez uma publicação, no Facebook, onde refere que "no Congresso Nacional do PSD, em Anadia, no qual presidi aos trabalhos, conforme é minha responsabilidade.

Continuo a reiterar aquela que é nossa posição face aos dossiers pendentes entre a Madeira e a República e entendo que é em momentos como este, com a nossa ação e com a nossa verticalidade, que marcamos posição no seio do partido.

Fi-lo e falo-ei sempre que estiver em causa a Madeira".



 
 
 

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