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Albuquerque não quer PSD-M de protesto e fala em ciclo de unidade

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 6 horas
  • 1 min de leitura


"O nosso caminho está traçado, não somos cataventos ao sabor da internet nem das redes sociais".






O 20º Congresso do PSD-Madeira começou com um cunho de Autonomia. O líder, Miguel Albuquerque, que pode ser mais líder em 2028 com uma alteração à sua própria proposta de acabar com o limite de mandatos, de 12 os, falou de liberdade, do povo, do valor autonómico no início de um novo ciclo político virado para a unidade interna.

Relativamente aos objetivos, o líder diz que "foram cumpridos, com doze vitórias consecutivas desde 2019 – o Presidente do PSD/Madeira".

Miguel Albuquerque subiu ao palco do 20º Congresso Regional do Partido para apelar à continuidade de todo o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelos Militantes e Estruturas, numa luta nem sempre fácil a favor da Região. 

“Temos de continuar a lutar pelo nosso povo, pela nossa liberdade e, sobretudo, pela defesa da nossa autonomia”, apelou Albuquerque, garantindo que o PSD/Madeira – que governa e sempre governou a Madeira e o Porto Santo ouvindo o povo, os agentes económicos e os agentes sociais – tem um caminho que deve continuar a ser seguido em prol do progresso, da estabilidade e do desenvolvimento da Região. 

“O nosso caminho está traçado, não somos cataventos ao sabor da internet nem das redes sociais. Somos um Partido responsável que deve continuar a governar bem, não um Partido de protesto”, frisou, assinalando que a Madeira estará sempre em primeiro lugar, antes de quaisquer interesses políticos e partidários.

 
 
 

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