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Comandante quer mais polícias nos gratificados

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 14 horas
  • 2 min de leitura


Superintendente Ricardo Matos revela que dos 730 polícias do comando, só 150 estão inscritos.




O Serviço de gratificados da PSP mereceu uma particular referência por parte do Comandante Regional,  no discurso alusivo aos 148 anos do Comando. O superintendente Ricardo Matos lembrou que a segurança dos eventos que decorrem na Região, "é garantida, na sua maioria, em regime de serviço gratificado. Para além das 36 horas de serviço semanal, os polícias realizam horas suplementares. Na sua maioria de carácter voluntário, mas, por vezes, também de forma obrigatória".

O comandante agradece "o esforço que tem sido feito por todos os polícias e também às entidades públicas e particulares, que muito têm feito, para manter controlados os horários, sendo por isso alvos de muitas críticas", mas deixa uma observação no sentido de um maior equilíbrio do esforço: "Gostaria que mais polícias aderissem a estes serviços. Dos 730 polícias do comando, só 150 estão inscritos".

O comandante ressalva, no entanto, o descanso dos polícias: "Não se pense que o descanso dos polícias é descurado e que não há uma preocupação séria com a gestão deste assunto. Todos os polícias têm garantida uma folga entre cada ciclo de serviço e só muito extraordinariamente é permitido prescindir dessa folga, aos que estão sempre prontos para melhorar o vencimento".

O superintendente refere que "com a conclusão do CFA, em dezembro, esperamos receber um número de agentes que alivie um pouco as limitações que temos vivido nalgumas esquadras. A medida tomada de fazermos 2 escolas por ano não podia ser mais acertada. Sei que existem critérios para a distribuição de recursos, mas julgo que temos estado um pouco esquecidos.

O Comando Regional da Madeira tem a responsabilidade quase total do policiamento preventivo, de proximidade, a regularização e fiscalização do trânsito. A maioria da investigação criminal é também da nossa responsabilidade. Não temos um comando que nos possa apoiar e como julgo ter mostrado, trabalho não nos tem faltado. Sendo a PSP, por tradição, vontade da sua população e decisão política, a Força de Segurança mais solicitada, não gostamos de faltar à chamada".

 
 
 

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