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Eduardo Jesus "corre para um posto" e Jaime Filipe é Montenegro

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 17 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura

Jardim diz que privatização dos percursos é uma idiotice e lembra que "por muito menos já caíram governos".





Eduardo Jesus, o secretário regional do Turismo, e Jaime Filipe Ramos, o deputado líder parlamentar do PSD, foram alvo de críticas por parte do antigo presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, no comentário habitual deste na RTP-Madeira. Um (secretário) de forma indireta, outro (deputado) de forma mais direta. Seja como for, qualquer um deles ficou com as "orelhas a arder", uma expressão popular para quem está a ser criticado na sua ausência.

Eduardo Jesus por causa dos percursos pedestres entregues a privados e pelo turismo de massas, Jaime Filipe pelo arrastar da revisão da Lei de Finanças Regionais há sez anos. Segundo Jardim, a política de dois passos para trás e um para a frente, ao estilo de Montenegro, faz com que as coisas não andem.

A possibilidade de concessionar a privados a exploração das levadas e percursos pedestres na Madeira, uma medida que está em estudo com orientação da Secretaria Regional do Turismo, que agora também tem a tutela do Ambiente, desagrada completamente ao antigo presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, que no seu comentário habitual va RTP-M não "poupou" o governante da tutela, Eduardo Jesus, um dos poucos "sobreviventes" do governo anterior. Estranha "a motivação de quem governa para a fotografia e que parece estar numa corrida para qualquer posto".

Jardim considera que a gestão privada dos percursos e levadas da Madeira "é mais uma idiotice, gerada por um turismo de massas que está a degradar a qualidade de vida dos madeirenses. Por muito menos já caíram governos. Agora para visitar a ilha vou ter de pagar?"

Para o antigo presidente "era o que faltava, agora, cobrar ao madeirense para andar na sua terra, está tudo louco. Anda aqui um jogo qualquer, que eu próprio não entendo, de certas pessoas querem tomar decisões todos os dias, com aparato e fotografias, parece que estão numa corrida a qualquer posto".

Relativamente a Jaime Filipe Ramos, diz que pertence "a uma linha muito diferente da minha" e sobre a Lei de Finanças considera "um erro fazer uma lei conjunta para realidades muito diferentes entre Madeira e Açores", acha que

Relativamente à aprovação do orçamento, o ex-presidente do PSD considera ter sido um momento de humor, pois os que chumbaram a versão do ano passado e que reconhecem que esta proposta é igual, aprovam agora através da sua abstenção, o que demonstra que afinal o orçamento não é assim tão mau. E na verdade, esta oposição concorda com o Governo em quase tudo, no turismo de massas, na subsidiodependência, entre outras políticas. Como tal, o PSD é o mal menor.


 
 
 

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