Filipe Sousa: "Santa Cruz ainda está meio dormente da pancadaria da gestão PSD..."
- Henrique Correia

- 27 de nov. de 2022
- 2 min de leitura
"...Ainda estamos a pagar a "malha".

"O povo talvez sinta alegria por um concelho que ainda ontem deu provas da sua capacidade de fazer e marcar o calendário festivo regional".
"Nós, os santacruzenses, nos quais me incluo, ainda estamos meio dormentes da pancadaria que levamos nos últimos anos da gestão do PSD. Dormência que se explica porque ainda estamos a pagar a "malha".
Foi assim que o presidente da Câmara de Santa Cruz reagiu ao facto do PSD ter afirmado que os santacruzenses não sentem o Orçamento de 35 milhões.
Filipe Sousa, no seu "ponto de ordem" de domingo, lembra que "os santacruzenses sabem que se em 2013 não tivessem posto fim ao regabofe do PSD, estariam a sentir o IMI à taxa máxima e um aumento generalizado de impostos, que era a receita do PSD para resolver a dívida que eles próprios fizeram. Ou seja, gastaram e o povo pagaria".
Por último, acrescenta o autarca, "sobre o que o povo sente agora que se viu livre desta malta, convém explicar que o povo talvez sinta alegria por um concelho que ainda ontem deu provas da sua capacidade de fazer e marcar o calendário festivo regional, coisa que, volto a lembrar, não sentia no tempo do PSD".
E, para que conste, o povo também sente que tem hoje melhores estradas, que há investimento em áreas esquecidas como a recuperação das redes de água, que há ajuda para os filhos que estudam, que alguns se sentem melhor de saúde graças ao programa de apoio às pequenas cirurgias, que as famílias conseguem alívio financeiro graças ao Fundo de Emergência Social. Alguns também se sentem melhor na sua casa porque um programa da autarquia lhes devolveu condições dignas de habitação. Também sentem que os seus locais de fruição pública estão melhores, como é o caso da promenade dos Reis Magos e do Largo da Achada, e como será, muito brevemente, os casos do centro do Caniço e da Praia das Palmeiras.
Sobretudo sentem que hoje têm uma câmara onde podem entrar, uma equipa que anda na rua e não escondida nos gabinetes e um concelho que cresceu e que vai continuar a crescer, mas de forma controlada, com rigor e com transparência".



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