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Gestor da easyJet e secretário lado a lado com ameaças e chantagens

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 2 dias
  • 1 min de leitura



Miguel Sousa estranha esta cumplicidade de Eduardo Jesus com uma companhia estrangeira. Diz que "é uma coisa do outro mundo".




O antigo vice presidente da Assembleia e do Governo Regionais, Miguel Sousa, social democrata desde sempre, apoiante de Miguel Albuquerque, é uma voz dissonante relativamente ao posicionamento do Governo Regional a propósito do teto máximo das viagens, medida que o secretário regional Eduardo Jesus considera prejudicial para o futuro por ser, em sua opinião, factor de aumentos de preços das viagens.

Miguel Sousa, em declarações à RTP-M, estranha aquela imagem de um secretário regional ao lado de um gestor de empresa estrangeira, que no mercado abusa dos preços. E com ameaças e chantagens. Isto é uma coisa do outro mundo.

Um absurdo, como são absurdos os preços das viagens Madeira/Continente, diz Miguel Sousa: "Se não fossem os mais altos do mundo para ligações semelhantes, não seria necessário teto. O teto quase serve para justificar os preços. Colocamos o patamar dos 400 euros e as companhias podem ir acima disso.

O antigo governante esclarece que não é o subsídio que retira negócio, antes pelo contrário vai permitir que mais pessoas possam viajar. É bom para a companhia, tem mais clientes. E então? É o primeiro empreendedor que quer menos clientes?"

 
 
 

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