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  • Foto do escritorHenrique Correia

Jardim diz que "ciclo de Albuquerque acabou" e o PSD "voltará a ser popular"




Diz que o PSD-M "deve escolher novo líder e novos dirigentes para enfrentar eleições antecipadas".


"Não se fazia isto, é o beijo de Judas. A posição do CDS até consegue ser a mais irresponsável".



O antigo presidente do Governo Regional e do PSD-M Alberto João Jardim defendeu esta noite, na RTP Madeira, que "o ciclo de Miguel Albuquerque acabou e o PSD deve escolher novos dirigentes para enfrentar eleições antecipadas". Foi um Jardim crítico, "amigo dos suspeitos", como referiu numa prévia "declaração de interesses", mas sobretudo um Jardim que veio prenunciar que "o PSD-M vai voltar a ser um partido popular"

Jardim considera que a Madeira "deve ter eleições" e põe a questão por ciclos aproveitando para meter uma "farpa" no que sempre considerou de "renovadinhos" referindo-se ao grupo que apoiou Albuquerque e que "ajustou contas" com o jardinista. "O meu ciclo acabou em 2015. E hoje, em 2024, acabou o ciclo do político chamado de :renovação". O PSD não pode ter medo do voto popular. O Presidente da República deve fazer o que fez com o PS na República, deve dar tempo para o PSD Madeira encontrar outras caras, novos dirigentes, continua a ter os melhores quadros". Defende a continuidade de um governo de gestão até as eleições porque ninguém ia aceitar liderar um governo novo por dois meses.

Sobre a posição do CDS, de exigir saída já de Miguel Albuquerque, Jardim considera-a desleal e injusta para Miguel Albuquerque que deu sempre a cara pela coligação. "Não se fazia isto, é o beijo de Judas. A posição do CDS até consegue ser a mais irresponsável".

Jardim diz que num futuro, na Madeira, só a esquerda fica de fora, admitindo uma aliança com o Chega.


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