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Jardim: concluir projetos ambiciosos exige "contar tostões"

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 3 horas
  • 1 min de leitura

Antigo presidente do Governo diz que esses projetos devem ser concluídos rapidamente: há que “meter ordem na paróquia”. Quem não quiser alinhar nesta corresponsabilização".




O antigo presidente do Governo Regional fez uma publicação, na rede X, onde subrepticiamente aborda, sem ser direto, o impasse relativo à terceira fase do novo Hospital Central e Universitário da Madeira. Põe a observação no geral, mas obviamente que a unidade hospitalar, o facto de não ter aparecido interessados nessa fase da obra, indiciando que um novo procedimento concursal terá um preço base superior, enquadra-se no publicado por Alberto João Jardim.

O antigo líder do Governo escreve que

"a Região Autónoma desenvolve projetos ambiciosos e necessários, que não podem parar. Concluí-los, exige “contar todos os tostões”. Há, pois, que “meter ordem na paróquia”.

Quem não quiser alinhar nesta corresponsabilização,

então que se amanhe sozinho!".

Portanto, se bem se entende, é bom que o Governo faça contas, mas também é bom que os empresários, fazendo também as suas contas, possam fazer parte do desenvolvimento, ganhar com o desenvolvimento, mas evitar especulações acima do que o mercado já condiciona. Os atrasos, que implicam custos acrescidos, são sempre maus. Seja por eventuais "contas de secretaria", seja por coincidência de, em conjunto, um grupo de empresas nem ir a "jogo". Por coincidência, claro. Ou como se diz no político economicamente correto "é o mercado a funcionar".

 
 
 

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