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Meio século da Autonomia sem o primeiro-ministro

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 7 minutos
  • 1 min de leitura

A deputada Sara Madalena, do CDS-M, classificou as intervenções como "palavras para ilhéu ouvir", acusando os oradores de discursarem como se tivessem "a Autonomia no coração".




A Assembleia da República assinalou, com solenidade, os 50 anos da Autonomia. Com todos. Ou quase todos. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, esteve ausente e quem veio a público denunciar foi a deputada do CDS Madeira Sara Madalena, que faz parceria com o PSD, mas veio dar o "toque" de estranheza que deveria ser generalizado a começar pelo PSD Madeira.

Sara Madalena lamentou e assinalou a ausência do Primeiro-Ministro numa celebração de tamanha importância e significado para as Regiões Autónomas.

A deputada única do CDS-PP na Assembleia Legislativa Regional da Madeira criticou hoje a postura dos partidos da oposição intervenientes e a ausência do Primeiro-Ministro na Sessão Plenária Comemorativa dos 50 Anos da Autonomia das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, a decorrer na Assembleia da República.

Durante o período de intervenções dos partidos da oposição, com representação parlamentar na Assembleia da República, Sara Madalena concluiu que grande parte dos discursos se tem focado na lógica do “faz como eu digo e não como eu faço”. A deputada centrista classificou as intervenções como "palavras para ilhéu ouvir", acusando os oradores de discursarem como se tivessem "a Autonomia no coração", o que considerou ser um "exercício de hipocrisia", visando especialmente a oposição.

A parlamentar criticou, também, o tom excessivamente eleitoralista do momento, sublinhando que alguns partidos "parece que ainda não perceberam que as eleições regionais são em 2029" e defendeu que, no dia de hoje, "mais que políticos, os discursos desejavam-se mais institucionais".


 
 
 

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