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MP suspeita de financiamento ilegal de 1 milhão no PSD-M

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 20 de jul. de 2025
  • 1 min de leitura

Acusação deve ser deduzida antes das eleições autárquicas e a PJ já tem assente qual o esquema utilizado envolvendo políticos locais e empresários.


O PSD-Madeira faz a festa mas antes de outubro pode enfrentar um processo complexo sobre o financiamento ilegal.


A notícia está publicada no Correio da Manhã e sai no dia da Festa do PSD-M na Herdade do Chão da Lagoa. Aponta para a operação "Ab Initio", que lança fortes suspeitas de financiamento ilegal do PSD Madeira na ordem de mais de 1 milhão de euros. O Ministério Público deverá deduzir a acusação ainda antes das eleições autárquicas, em outubro.

Segundo a mesma informação, a Polícia Judiciária já terá concluído a investigação sobre os contornos desse financiamento. O esquena passaria por entidades públicas locais que contratualizavam acordos com empresas, que nunca chegavam a fazer as obras mas cujo montante, inflacionado, era canalizado, parte ou totalmente, para o partido.

As autoridades apontam o envolvimento de várias responsáveis políticos locais e empresas detidas pelos empresários Custódio Correia e Humberto Drumond.

A PJ esteve recentemente na Madeira e além de Pedro Calado, ex-presidente da Câmara e antigo vice presidente do Governo, e Custódio Correia, foram agora constituídos arguidos Miguel Silva, adjunto de Miguel Albuquerque, Rui Coelho, era assessor de Calado, é presudente da Associação de Futebol da Madeira, Amílcar Gonçalves, responsável pela ARM, e Marco Caldeira Costa, então diretor regional da Agricultura. Neste processo, já tinham sido constituídos arguidos José Prada e Armando Abreu.


 
 
 

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