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Novo Lobo Marinho no horizonte e "ferry" fora da "conversa"

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 9 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura


Um futuro Lobo Marinho vai custar 100 milhões de euros e vai precisar entre 420 mil a 430 mil passageiros, diz Luís Miguel Sousa em entrevista ao Diário, publicação onde é sócio.


Foto Diário.
Foto Diário.

O CEO do grupo Sousa, Luís Miguel Sousa, deixou hoje várias abordagens dos seus alvos de negócio, estabeleceu horizontes de continuidade familiar na gestão das empresas, e tocou em quase todos os pontos sensíveis da atualidade. São quatro décadas de vida empresarial Foi uma "visita" ao grupo numa entrevista ao Diário, publicação onde Luís Miguel Sousa é sócio.

Nesta entrevista conduzida pelo diretor do matutino, Ricardo Miguel Oliveira, Luís Miguel Sousa dissertou sobre eventuais favorecimentos, do mercado exiguo da Madeira e da coesão do grupo enquanto um todo e não um conjunto de partes. De fora, estranhamente, ficou o tema ferry de transporte de passageiros entre Madeira e continente. E é estranho por uma razão fundamental: é um assunto da agenda política, o grupo Sousa já fez essa ligação quado o Governo Regional pagou 3 milhões de euros para várias viagens no período de verão (3 meses), sendo que na altura foi uma operação considerada inviável durante todo o ano. Além de que, se alguém pode abordar a questão ferry, no contexto empresarial madeirense, esse alguém só pode ser Luís Miguel Sousa.

Como não é de equacionar o "esquecimento" do jornalista, relaticamente ao conjunto de temas abordar, levantam-se algumas dúvidas sobre esta omissão numa vasta entrevista de quatro páginas.

Seja como for, Luís Miguel Sousa lembra o universo de empresas do grupo, que empregam 1100 colaboradores, entre eles 650 na Madeira. A dimensão foi conquistada a "pulso", nega qualquer benefício de proximidade com o Governo Regional. É claro quando diz que "o único contacto com o Governo é através do contrato de concessão com a Porto Santo Line, para a ligação marítima entre ilhas. O grupo, em si, não dialoga com o Governo e as críticas fazem partr da "retórica política" e os partidos "são livres de equacionar" as suas posições.

Um novo Lobo Marinho está nos horizontes, mas Luís Miguel Sousa lembra que o investimento é grande, aponta 100 milhões de euros. "Temos 300 mil passageiros para o atual Lobo Marinho. Um navio de 100 milhões vai precisar de 420 milva 430 mil passageiros. É muito difícil reunir os capitais para este investimento. Mas vamos ter de fazer".

 
 
 

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