O inadiável segundo meio aéreo foi adiado
- Henrique Correia

- 22 de jul. de 2025
- 2 min de leitura
Miguel Gouveia elenca declarações sobre a vinda, agora falhada, do segundo meio aéreo. Fala em "Promessas Meias Aéreas".

Com o PSD na República é que é. Um Governo da mesma cor, lá e cá, facilita muito, dizem as hostes do PSD Madeira, deputados no Parlamento nacional de forma mais direta. Para tudo, mesmo que as soluções dos assuntos pendentes acabem por se transformar em compromissos sucessivamente adiados.
Foi neste contexto que o antigo presidente da Câmara do Funchal, Miguel Gouveia, agora vereador da Confiança, compilou declarações sobre a prometida vinda do segundo meio aéreo para a Madeira, assumido pela República visto o primeiro ser assumido pela Região. Era para vir, já não vem este ano, como disse Miguel Albuquerque. "Temos o nosso pago pela Região". Enquanto o helicóptero vai e (não) vem, folgam as promessas.
Miguel Gouveia fala, no Facebook, em
"promessas meias aéreas". Da propaganda à aterragem forçada, em menos de três meses".
E elenca um conjunto de declarações que ajudam a perceber como em política se passa da euforia à decepção":
🗓️ 3.Maio - DN-Madeira¹
Reforço de meios aéreos para a Madeira é “uma conquista com a AD”, afirma Vânia Jesus (candidata da AD). A deputada do PSD dizia que “com a AD, as soluções saem do papel e resultam em medidas concretas”, defendendo que este é “um compromisso absolutamente vital e inadiável”.
🗓️ 4.Junho - Público²
Sérgio Oliveira (deputado do PSD) sublinhou que, "nos últimos 11 meses, a realidade também mudou na República e finalmente temos um Governo que cumpre e que governa para todos". "Finalmente, teremos a partir de 1 de Julho o segundo meio aéreo de combate a incêndios, que vai permitir um ataque inicial mais musculado"
🗓️ 21.Julho - RTP Madeira³
Segundo helicóptero já não vem. Miguel Albuquerque afirma que afinal o segundo helicóptero para o combate aos incêndios na Madeira não vai estar ao serviço neste verão, como havia sido assumido.
"Depois de tanta promessa, em plena época de incêndios, a solução saiu do papel para o caixote do lixo. O compromisso inadiável foi adiado
e o governo que cumpre… não cumpriu", refere Miguel Gouveia.



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