Terceira fase por 415 milhões para ver se atrai empresas

Governo aumenta preço base da terceira fase do Hospital depois do anterior concurso ter ficado "deserto" por 265 milhões.


Com uma área bruta de construção superior a 172 mil metros quadrados, o novo Hospital Central e Universitário da Madeira contará com seis pisos e uma capacidade instalada de 607 camas, "constituindo uma infraestrutura moderna, tecnologicamente avançada e preparada para responder às necessidades atuais e futuras da população madeirense", refere uma nota publicada nas plataformas digitais do Governo abordando a visita do secretário regional de Equipamentos e Infraestruturas, às obras em curso.
Soube-se, entretanto, que o Governo Regional vai lançar pela segunda vez, o concurso público para a construção da terceira fase do novo hospital do Funchal, depois do anterior concurso ter ficado sem interessados. Agora, dá-se o aumento do preço base para 415 milhões de euros, são cerca de 50% (eram 265 milhões), que devem atrair interessadas que não foram "a jogo" para ver se havia aumento do preço, o que veio a acontecer.
Aqui fica, para verificação posterior, quem não foi à terceira fase. Foram convidados a apresentar propostas os seguintes agrupamentos:
- Tecnovia Madeira, Sociedade de Empreitadas SA; AFAVIAS - Engenharia e Construções, S.A; HCI - Construções, S.A.
- ETERMAR - ENGENHARIA, S.A.; CASAIS - Engenharia e Construção, S.A.
- Teixeira Duarte - Engenharia e Construções, S.A.; TDGI Tecnologia de Gestão de Imóveis, S.A.; EPOS - Empresa Portuguesa de Obras Subterrâneas S.A.
- MOTA-ENGIL, ENGENHARIA E CONSTRUÇAO, S.A.; CAPSFIL - Carlos Augusto Pinto Dos Santos &
Filhos, SA
- ACA - Alberto Couto Alves, S. A.; RIM - Engenharia e Construções, SA; OMATAPALO - ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO S.A.
Pedro Rodrigues destacou esta sexta-feira a qualidade da execução e o rigor orçamental atingidos na segunda fase da obra do Hospital Central e Universitário da Madeira (HCUM).
Na ocasião, o governante manifestou satisfação pelo trabalho desenvolvido até à data, sublinhando que as duas primeiras fases da empreitada foram concluídas sem qualquer desvio orçamental face ao valor contratado.
Pedro Rodrigues fez ainda questão de agradecer o contributo de todas as entidades envolvidas na concretização das fases já executadas, dirigindo um reconhecimento especial às empresas de construção, às equipas de fiscalização e aos técnicos da Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas (SREI). "Agradeço a todos aqueles que até à data contribuíram para a concretização desta importante infraestrutura para a Região", referiu. “É uma obra com uma qualidade bem acima da média”. A segunda fase da empreitada, agora formalmente entregue, teve um prazo de execução de três anos e meio.



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