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"Ping pong" Dinarte/Governo por causa do Nó por "desatar" há 6 anos

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura


Presidente da Câmara de Santana acusa Governo de não cumprir com o povo, mas o Governo garante a obra nos planos para 2026 e diz que "não se deixa condicionar por pressões oportunistas".




Dinarte Fernandes, o presidente da Câmara de Santana, do CDS, fez hoje uma publicação, no Facebook, com ironia e politicamente acutilante ao marcar presença num momento em que era retirado o outdoor da obra do Nó do Cortado. Um sinal de que a obra, prometida há seis anos, não vai ser cumprida para com a população de Santana, como acontece com outras, diz o autarca.

O Nó será "desatado" só no cartaz.

E Dinarte enumera este incumprimento, mas lembra outros: o miradouro do Pico da Boneca, o centro experimental de sementes, o Auditório. "Estaremos cá para ver", avisa o líder do Município, que por norma, e uma vez mais, não põe reservas de críticas ao Governo que inclui o CDS e o seu presidente regional.

O autarca envia uma mensagem ao Governo para não esquecer o povo que lhe deu a vitória nas legislativas e, em simultâneo, uma mensagem ao povo para que não tenha memória curta relativamente a quem não cumpre.

Esta posição pública de Dinarte já levou a uma reação do Executivo de Miguel Albuquerque, através do secretário que tem a tutela das obras, que veio esclarecer que

a intervenção projetada para o Nó do Cortado, no concelho de Santana, "está expressamente prevista e acautelada no Plano de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da RAM 2026 (Projeto 52162), aprovado na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira".

A SREI tem em curso os procedimentos legalmente exigidos para o relançamento do concurso público para a realização da obra do Nó do Cortado, o qual, já havia sido lançado (processo número CP/5/2023/DRE), tendo sido revogado, exclusivamente, por questões processuais.

O Governo Regional reitera que "não governa com base no ruído mediático e não se deixa condicionar por pressões oportunistas, em especial das realizadas fora dos canais de contacto institucionais".

 
 
 

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