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Prazo para estudo do ferry chegou ao fim...sem estudo

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 1 minuto
  • 2 min de leitura


Élvio Sousa questiona: "Será que está reservada mais alguma surpresa, depois de conhecidas as posições centralistas sobre o subsídio social de mobilidade, agora conhecido por Mecanismo de Continuidade Territorial?"




A denúncia é feita por Élvio Sousa, deputado do Juntos Pelo Povo, revelando que terminou, com o mês de maio de 2026, o prazo definido para um estudo sobre o ferry de ligação entre a Madeira e o Continente, realidade que segundo o parlamentar do JPP revela uma intenção de fingur que se faz e não fazer nada.

"Os madeirenses já estão fartos de promessas, e de jogadas políticas para criar barreiras à entrada de operadores à linha Ferry", escreve Elvio Sousa no Facebook, que "o Governo da República, PSD/CDS, depois de ter prometido tomar todas as diligências necessárias para o “lançamento de um concurso público internacional com vista à criação de uma linha marítima regular de transporte de passageiros e carga rodada de navio ferry entre a Região Autónoma da Madeira e o continente” (artigo 154.º do Orçamento de Estado), deu o dito, por não dito. A promessa era lançar um concurso público para a ligação, e não realizar um estudo.

Segundo o caderno de encargos do concurso público lançado pelo Governo da República no ano passado, para a aquisição desse estudo económico – financeiro o prazo de entrega termina no final de maio de 2026".

O JPP questiona: "Será que está reservada mais alguma surpresa, depois de conhecidas as posições centralistas sobre o subsídio social de mobilidade, agora conhecido por Mecanismo de Continuidade Territorial?"

Élvio Sousa considera que "a ligação Ferry não é um luxo, nem uma obsessão política. É um instrumento estratégico para reforçar a mobilidade, reduzir custos de transporte, aumentar a concorrência, apoiar as empresas, estimular o turismo e fortalecer a coesão territorial da República.

O PSD e o CDS dizem querer um Ferry de passageiros e mercadorias. Mas, na prática, aquilo que dizem não se escreve, pois ainda há pouco tempo rejeitaram uma proposta do JPP para garantir uma segunda rampa alternativa à acostagem de um Ferry".

Questiono? Se o propósito é criar condições logísticas para uma futura ligação Ferry, por que razão o PSD e o CDS recusaram a realização de um estudo para criação de uma segunda rampa, com terrapleno dedicado, na Região? Quando são conhecidas as contingências operacionais da única rampa, no Funchal?"


 
 
 

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