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Proteção Civil alerta população: mau tempo até dia 20

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 50 minutos
  • 2 min de leitura


Prevê-se "um agravamento das condições meteorológicas a partir de amanhã, dia 17 de março (terça-feira), pelo menos até ao próximo dia 20 de março (sexta-feira). Vento, chuva, neve e agitação marítima.




Uma nota do Serviço Regional de Proteção Civil deu conta do estado do tempo que será influenciado pelo "enfraquecimento do anticiclone, associado à aproximação da

depressão, centrada entre os arquipélagos dos Açores e da Madeira, que deverá condicionar o tempo para a Madeira e Porto Santo até ao início da próxima semana".

Prevê-se "um agravamento das condições meteorológicas a partir de amanhã, dia 17 de março (terça-feira), pelo menos até ao próximo dia 20 de março (sexta-feira), nomeadamente:


• Períodos de céu muito nublado, com ocorrência de aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoada na Costa Norte, Costa Sul, Regiões Montanhosas e na ilha do Porto Santo.


• Precipitação de neve acima dos 1400/1500 metros de altitude nos dias 18 (quarta-feira) e 19 (quinta-feira).


• Vento forte de oeste/sudoeste, a aumentar a partir do dia 18 (quarta-feira) moderado a forte com rajadas até 70 km/h e até 90 km/h nas terras altas. No dia 20 (sexta-feira), em especial durante a manhã, aumento

temporário do vento de sul/sudoeste com rajadas até 90 km/h podendo atingir 130 km/h nas terras altas.


• Agitação marítima a partir da tarde de dia 18 (quarta-feira), com ondas de noroeste com 4 a 5 metros na Costa

Norte e parte oeste da Costa Sul da Madeira e do Porto Santo. Na Costa Sul, são esperadas ondas de sudoeste

na Costa Sul da Madeira e do Porto Santo a partir do dia 20 (sexta-feira), quando se prevê um novo agravamento com ondas de 5 a 6 metros e altura máxima até 10 a 12 metros, diminuindo gradualmente durante a tarde.


MEDIDAS PREVENTIVAS


O Serviço Regional de Proteção Civil, IP-RAM recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser

minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas

historicamente mais vulneráveis, e nas áreas mais expostas, se recomenda a adoção das principais medidas

preventivas para estas situações, nomeadamente:

• Adotar medidas de autoproteção adequadas e planear as deslocações em antecipação, sobretudo face ao

período mais adverso, evitando a exposição ao risco.

• Garantir a desobstrução dos sistemas de drenagem pluvial, removendo inertes e outros objetos suscetíveis

de ser arrastados ou de obstruir o escoamento das águas.

• Assegurar a fixação adequada de estruturas soltas, como andaimes, placards e estruturas suspensas.

• Adotar cuidados acrescidos na circulação e permanência em áreas arborizadas, face à possibilidade de

queda de ramos e árvores por ação do vento forte.

• Adequar comportamentos e atividades às condições meteorológicas previstas, evitando deslocações

desnecessárias ou para zonas afetadas.

• Respeitar as interdições e condicionamentos no acesso a áreas previamente sinalizadas


 
 
 

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