Regina traz "corrente intensa de norte"
- Henrique Correia

- há 6 minutos
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A depressão Regina, no dia 3 (terça-feira) estará centrada a leste da Região.

A Proteção Civil alerta para a passagem da depressão Regina pela Madeira.
O Serviço Regional de Proteção Civil deu conta que "o estado do tempo será influenciado por uma corrente intensa de norte, associada à aproximação da depressão Regina, que no dia 3 (terça-feira) se encontrará centrada a leste da Região Autónoma da Madeira.
Esta depressão deslocar-se-á gradualmente para sudeste, deixando de condicionar o estado do tempo a partir da manhã do dia 4 (quarta-feira). No dia 5 (quinta-feira), prevê-se a aproximação e passagem de uma superfície frontal fria, originando céu muito nublado, diminuindo de nebulosidade a partir do final da tarde. Estão previstos períodos de chuva a partir da manhã de dia 5 (quinta-feira), passando a regime de aguaceiros a partir do final da tarde, sobretudo na vertente norte e terras altas.
Assim prevê-se:
• Períodos de céu muito nublado, com ocorrência de aguaceiros, em especial na vertente norte e terras altas.
• Precipitação de neve nos pontos mais altos da ilha da Madeira e, ocasionalmente, de granizo, hoje, dia 2 e amanhã, dia 3 (terça-feira).
• Vento forte de norte, com rajadas até 95 km/h, sendo forte a muito forte, com rajadas até 120 km/h nas terras
altas, entre até ao dia 4 (quarta-feira).
EFEITOS EXPECTÁVEIS
Em função das condições meteorológicas previstas é expectável:
• Possibilidade de queda de ramos ou árvores, com eventual afetação das infraestruturas de comunicações
e energia.
• Arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, bem como o desprendimento de estruturas móveis
ou deficientemente fixadas, devido a episódios de vento forte, podendo provocar acidentes com veículos
em circulação ou com transeuntes na via pública.
Piso rodoviário escorregadio, devido à possível formação de lençóis de água.
• Ocorrência de inundações em zonas urbanas.
• Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, podendo causar inundações nos locais historicamente
mais vulneráveis.
• Desmoronamento de muros de suporte ou taludes.
• Galgamentos costeiros.



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