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Registo de Saúde do Utente junta público e privado

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 2 horas
  • 1 min de leitura


Ao cruzar dados em tempo real, o sistema permitirá identificar utentes que já realizaram atos clínicos no setor privado.




A Madeira será a primeira região do país a ter uma plataforma digital que integra toda a informação clínica dos setores público e privado num sistema único. O Registo de Saúde do Utente (RSU), que representa um investimento de 1,8 milhões de euros financiado pelo PRR e pelo Orçamento Regional, deverá estar operacional até ao final de 2026, revela uma publicação nas plataformas digitais do Governo.

O projeto foi apresentado esta quarta-feira na Secretaria Regional de Saúde e Proteção Civil, numa reunião que juntou o SESARAM, o IASAÚDE, a Siemens Portugal, parceiros e diversos prestadores privados. A governante sublinhou que a grande prioridade é a capacitação do cidadão “O utente vai poder, em qualquer lugar do país e, no futuro, também na Europa, ter acesso aos seus dados e mostrá-los ao profissional de saúde onde estiver a ser assistido, quer no privado quer no público”.

De acordo com a Secretária Regional, para além de melhorar a segurança do diagnóstico e garantir que o historial médico acompanha sempre o doente, o RSU será uma ferramenta decisiva na gestão das listas de espera. Ao cruzar dados em tempo real, o sistema permitirá identificar utentes que já realizaram atos clínicos no setor privado, permitindo ao Serviço Regional de Saúde atualizar as listas de espera de forma automática. Com esta solução, a Região Autónoma da Madeira antecipa as metas da União Europeia previstas para 2030, reafirmando o seu compromisso com a inovação e com políticas públicas de saúde centradas nas necessidades reais da população

 
 
 

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