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Ricardo Franco fala em "mão manipuladora" no PS-M

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 8 horas
  • 2 min de leitura

"É deste modo mesquinho e rasteiro que as cúpulas do PS agradecem a quem deu vitórias eleitorais, de forma

genuína e a sério".




O ex-presidente da Câmara de Machico, Ricardo Franco, está definitivamente em rota de colisão com o PS Madeira. Não se recandidatou por limite de mandatos, não conseguiu ser eleito para a Assembleia Regional em função do mau resultado socialista, e acabou sem trabalho por sempre ter desempenhado funções no partido. O chamanento do JPP foi a opção, mas as mágoas ficaram relativamente ao que diz ser o distanciamento da liderança no sentido de enquadra-lo no partido.

Ricardo Franco está afastado da atual liderança socialista e responsabiliza oa dirigentes de serem responsáveis por uma publicação, no Facebook, onde a Inteligência Artificial constrói uma imagem que Ricardo Franco considera ofensiva. Por isso, escreveu:


QUEM NÃO SE SENTE….


Recentemente recorreram à inteligência artificial, porque não têm outra, para tentar denegrir e atingir a minha honerabilidade. Os mesmo que ridiculamente provocaram o descalabro eleitoral e a descredibilidade política do PS-M.

Mas, desenganem-se, não conseguem porque definitivamente não lhes devo rigorosamente nada, bem pelo contrário.

É deste modo mesquinho e rasteiro que as cúpulas do PS agradecem a quem deu vitórias eleitorais, de forma

genuína e a sério, conquistadas aos verdadeiros adversários políticos, sem artificialismos, nem truques, nem esquemas. Muito diferente das inócuas vitórias “internas”, dependentes da tal mão manipuladora que carrega o saco de votos de pseudo militantes.

Ao contrário daquilo que insinuam não foram as lideranças que me deram vitórias mas sim o meu trabalho e empenho que deram indesmentíveis vitórias ao PS.

Podem usar as estratégias e os argumentos que entenderem mas o Ricardo Franco será sempre igual a si próprio, para quem a política só fará sentido enquanto existir confiança, proximidade e amizade, sem redomas, amarras ou vícios partidários.

Pelo que se vê, quando faltam os argumentos naturais recorrem ao anonimato e à covardia difamatória da inteligência artificial.

Enfim, fico surpreso com a importância que me concedem"

 
 
 

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