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Rodrigues pede ajuda para os que estão "nas margens do desenvolvimento"

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 16 de dez. de 2022
  • 3 min de leitura


Presidente da Assembleia Regional diz, na mensagem de Natal, que "2023 será, assim, um ano crítico para todos, porque a única certeza que temos é mesmo a incerteza daquilo que vai acontecer"



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Dentro do realismo que tem caraterizado o presidente da Assembleia Regional nas intervenções que tem feito para alertar que vêm aí tempos dificeis, também na mensagen de Natal José Manuel Rodrigues não deixou passar em claro o momento complicado para muitas famílias. Há gente que está a ficar nas margens do desenvolvimento, reconhece o líder do Parlamento quando precisamente lança o apelo: "O que peço a todos os Madeirenses e Porto-Santenses é um esforço para que olhemos à nossa volta, para que possamos ajudar aqueles que estão a ficar nas margens do desenvolvimento, os mais pobres, aqueles que têm poucos rendimentos, aqueles que trabalham o mês inteiro, mas que no fim desse mesmo mês o salário que recebem não dá para as suas despesas"

Na mensagem de Natal, hoje emitida, o líder da ALRAM diz que este é "um momento de convívio entre famílias e amigos e de reunir todos aqueles de quem gostamos. Mas também é um momento para refletir sobre aqueles que passam imensas dificuldades, sobre aqueles que estão doentes, hospitalizados, presos, sobre os idosos que vivem em grande solidão, os jovens que não têm emprego, os sem-abrigo, aqueles que não encontram uma oportunidade na nossa sociedade. Este também é um momento de pensar nesses.

Sobretudo numa altura em que, após uma pandemia que deixou sequelas económicas e sociais graves, estávamos a recuperar rapidamente a nossa economia e a criar emprego, de repente rebenta uma guerra no “coração da Europa”. Temos aumentos das taxas de inflação muito grandes, temos uma subida elevada das taxas de juro, e toda esta mistura explosiva já está a ser sentida pelas famílias e pelas empresas".

Para José Manuel Rodrigues "2023 será, assim, um ano crítico para todos, porque a única certeza que temos é mesmo a incerteza daquilo que vai acontecer. Verdadeiramente, o mundo vive entre crises. Entre uma crise que se vai e uma crise que se anuncia, mas temos que lidar com esta situação.

Tal como ultrapassámos as sequelas, muitas delas graves, da pandemia, também estou certo que saberemos, na Madeira e no Porto Santo, superar as dificuldades que estão anunciadas.

O que Vos peço, o que peço a todos os Madeirenses e Porto-Santenses é um esforço para que olhemos à nossa volta, para que possamos ajudar aqueles que estão a ficar nas margens do desenvolvimento, os mais pobres, aqueles que têm poucos rendimentos, aqueles que trabalham o mês inteiro, mas que no fim desse mesmo mês o salário que recebem não dá para as suas despesas. É sobretudo nesses que neste Natal devemos pensar e devemos agir para o próximo ano.

O ano de 2023 tem que ser o ano de reequilíbrio social, o ano em que se possa redistribuir melhor a riqueza que é criada na Região e reduzir as desigualdades sociais, conduzindo a uma sociedade mais harmoniosa e mais justa.

No fundo aquilo que nós queremos é que esta mensagem, que nós vivemos intensamente, na Madeira e no Porto Santo, no Natal, de união, de paz, de solidariedade ativa, que essa mensagem possa ser posta no terreno ao longo de todo o ano.

Como Presidente do Parlamento desejo-vos um Santo e Feliz Natal, para todos os que residem nas nossas ilhas, mas também para todos os madeirenses que espalhados pelo mundo estão irmanados neste espírito da nossa Festa, da vinda do Salvador, da mensagem de amor, de paz e de solidariedade em que todos acreditamos".

 
 
 

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