Rodrigues vota Seguro mas dá liberdade de voto no CDS
- Henrique Correia

- há 15 horas
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O líder centrista repudia o que está a passar com o Modelo de Mobilidade e diz que os custos de insularidade são custos de soberania e devem ser assumidos pela República.

O Conselho Regional do CDS-PP Madeira decidiu dar liberdade de voto aos seus militantes na segunda volta das eleições presidenciais, a exemplo do que foi feito na primeira volta do passado Domingo. Isto apesar do seu lider, José Manuel Rodrigues, já ter vindo a público afirmar que o seu voto será em António José Seguro.
O Conselho Regional do CDS-PP Madeira espera que os candidatos que passaram à segunda volta sejam claros e inequívocos nas suas posições em matéria de Autonomia, na questão da mobilidade dos madeirenses e portosantenses, no cumprimento do princípio da continuidade territorial e sobre os investimentos, em atraso, do Estado na Região.
O CDS reafirma que os custos de insularidade são custos de soberania e devem ser assumidos pela República e defende que o futuro Chefe de Estado deve ter um forte compromisso com os direitos dos portugueses das Regiões Autónomas.
O Conselho Regional do CDS Madeira manifesta o seu firme repudio pelas alterações ao Subsídio de Mobilidade que são muito lesivas dos direitos dos madeirenses e portosantenses. Em vez de facilitar, o Governo da República veio complicar a vida dos portugueses da Madeira e dos Açores, introduzindo burocracia discriminatória e fazendo com que os cidadãos tenham que pagar preços mais altos nas deslocações de ida e volta para o exterior.
O CDS reafirma que os madeirenses só devem pagar os 79 euros e os estudantes 59 euros, quando compram as suas viagens para o continente. Só assim se cumpre, plenamente, o princípio da continuidade territorial e os direitos dos portugueses das Regiões Autónomas, inscritos na Constituição.





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