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Ventura anuncia moção de censura ao Governo

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 13 horas
  • 1 min de leitura


Líder do CHEGA diz que o ministro da Administração Interna não tem condições para o cargo: "Luís Neves sente-se impune. É um perigo para a Democracia Numa lógica "se eu cair vai tudo atrás".




André Ventura falou com o Presidente da República.


O líder do CHEGA, André Ventura, anunciou há pouco que vai apresentar uma moção de censura ao Governo entendendo que é insustentável a permanência do ministro Luís Neves no Governo. E assumiu que foi o único a tomar uma posição pública, objetiva, sobre a continuidade do ministro Luís Neves no Governo.

Ventura fala em interesses gritantes à volta do ministro, que desempenhou funções de liderança da PJ antes de assumir o Ministério da Administração Interna.

O líder do CHEGA abordou a intervenção de Luís Neves na Madeira, no aniversário do Comando Regional da PSP, referindo que o CHEGA surgiu para evitar que a arrogância tomasse conta do poder público. "A nós ninguém nos intimida...Não é uma disputa pessoal, nunca foi".

Para Ventura, Luís Neves "não tem condições para continuar no Governo". E por isso, sem explicações plausíveis, o CHEGA avança para a moção de censura. Ventura falou duas vezes com o Presidente da República e fala num perigo que é ter um ministro que ameaça e faz fanfarronice. Luís Neves sente-se impune. É um perigo para a Democracia Numa lógica "se eu cair vai tudo atrás".

A eficácia da moção de censura é pouca, uma vez que o PS já disse não acompanhar. Mas é uma posição de força do CHEGA. Tem significado político.

 
 
 

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