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Via-expresso alternativa ao Lugar de Baixo e acesso aos Canhas

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 8 de set. de 2024
  • 2 min de leitura



Presidente da Câmara da Ponta do Sol defendeu na sessão solene.



A presidente da Câmara da Ponta do Sol disse hoje que "o desenvolvimento da Ponta do Sol depende da capacidade de dar condições a quem aqui vive e receber bem quem nos visita. E em matéria de acessibilidades "é urgente avançar com a via-expresso alternativa ao Lugar de Baixo, entre a Ribeira Brava, passando pela Ponta do Sol e Calheta, mas não podemos esquecer o acesso aos Canhas prometido já em 2009, há 15 anos.

Atualmente a pressão turística faz-se sentir no número de automóveis a qualquer hora do dia criando engarrafamentos entre a Ribeira Brava e a Madalena do Mar. Esta segunda via não é só uma prioridade, é mesmo uma urgência por questões de segurança, bem como, a via para os Canhas que deve ser feita em túnel e para não ferir a paisagem com viadutos que põem em causa investimentos feitos e entram em choque com a beleza natural e as características da Freguesia dos Canhas.

A estas infraestruturas Regionais junta-se a necessidade de desbloquear uma via no Lugar de Baixo, que atravessará terrenos da bananicultura e que permitirá novos estacionamentos, que muita falta fazem naquela zona.

Quando não tínhamos o dinheiro para a obra o Governo dizia que cedia os terrenos, quando temos o dinheiro para a obra, o Governo até ao momento não cedeu os terrenos para a Câmara realizar esta obra estruturante para o Lugar de baixo.

A par da ambição de restruturarmos a circulação e estacionamentos junto ao solar dos Esmeraldos, para garantir espaço de estacionamento a quem visita a Levada do Moinho e a Levada Nova, necessitamos de lançar o Programa base para a melhoria de mobilidade e estacionamento da vila da Ponta do Sol.

Quero dar-vos conta de uma estratégia decisiva para o futuro do Concelho, partindo do seu núcleo que é a Vila da Ponta do Sol.

Para compreender melhor a necessidade da proposta, convém ter em consideração alguns dados:

A Vila é a sede política e administrativa do Concelho, concentra um conjunto de serviços públicos e privados que diariamente traz à Vila 348 trabalhadores, na sua grande maioria com um horário das 9h às 18h. Nestas contas, consideramos apenas os trabalhadores que estão em serviços e empresas abaixo da Bomba de Gasolina junto à Rotunda. A estes junta-se a população residente, que são 50, e a população flutuante que fica alojada nos hotéis e Alojamentos Locais ao redor deste núcleo: estamos a falar de mais 250 pessoas se estes espaços estiverem com o máximo de ocupação, o que não é assim tão raro.

A estas 648 pessoas, juntam-se todos os que recorrem aos vários serviços públicos diariamente, para além daqueles que agora, de forma mais consistente ao longo de todo o dia, e não apenas em momentos festivos, acorrem a este espaço de apenas 4,5 hectares…

As dificuldades de estacionamento têm vindo a aumentar a cada ano que passa. Os estacionamentos públicos regulares, pagos e gratuitos, disponíveis neste espaço tão pequeno, são 110, aos quais se juntam os 60 privados ou de uso exclusivo de alguma entidade.

 
 
 

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