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Viagem de ida só recebe reembolso de 50%

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 6 de jan.
  • 1 min de leitura



Paulo Cafôfo: exigir que o cidadão não tenha dívidas ao Estado para aceder a um direito à mobilidade é um absurdo. Para um passe social ninguém pede isso. Para o acesso às urgências hospitalares, muito menos.




O ex-líder do PS-M e atual deputado e líder parlamentar socialista na Assembleia Regional, Paulo Cafôfo, considera que "o Governo da República mexeu no Subsídio Social de Mobilidade para pior. Não agilizou. Complicou. Não ajudou os cidadãos. Prejudicou-os". E conclui que não surpreende: "Governos do PSD são sempre mais centralistas, decidem em Lisboa e ignorando as Regiões. Na realidade, borrifam-se para os madeirenses que continuam a pagar a fatura".

Para Cafôfo "os madeirenses continuam a não pagar à cabeça o valor da tarifa, como sempre quiseram. O novo regime não resolve esse problema

Exigir que o cidadão não tenha dívidas ao Estado para aceder a um direito à mobilidade é um absurdo. Para um passe social ninguém pede isso. Para o acesso às urgências hospitalares, muito menos.

Cafôfo revela que na nova legislação

"quem faz uma viagem só de ida vê o apoio limitado a 50 % do teto que existia para ida e volta. Não é um detalhe técnico: é uma redução real do valor máximo comparticipado. Isto não é modernização. É retrocesso. É embuste.

Ao impor regras mais burocráticas e penalizadoras, o Governo da República desrespeita a Autonomia e os madeirenses.

 
 
 

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