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Élvio: contrariar a venda do Hospital não vai lá com a Assembleia...

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura


"A decisão irresponsável só pode ser revertida com uma ação judicial, para a qual precisaremos de todo o apoio cívico e popular", escreve o deputado do JPP.




A decisão de Miguel Albuquerque no sentido de vender o Hospital Dr. Nélio Mendonça, gerou uma onda de descontentamento por parte dos partidos da oposição e de figuras públicas que defendem um reaproveitamento do espaço mantendo-o propriedade da Região. Albuquerque diz que é caro reconverter e, por isso, é mais racional vender para abater na verba, já com financiamento assegurado, para o novo Hospital. O antigo primeiro-ministro António Costa tinha defendido o mesmo, juntando os Marmeleiros, mas então com larga oposição do Governo Regional.

Pois bem, a venda volta a estar em cima da mesa, desconhece-se se a decisão tem mesmo a ver com uma convicção recente do presidente do Governo ou resulta de algum entendimento "secreto" com o Governo da República visando os mesmos objetivos da governação da Costa, mas agora sem o ónus de recair na República e no Governo de Montenegro, o que neste momento seria catastrófico face ao polémico Modelo de Mobilidade que já trouxe grande animosidade para com a liderança nacional do PSD e do CDS, este partido que, na Região, ainda mantém o silêncio sobre esta venda anunciada.

Antes de mais, é importante referir que os edifícios onde se encontram construídos o Hospital Dr. Nélio Mendonça e o Hospital dos Marmeleiros não estão edificados em terrenos da Região, sendo respetivamente propriedade da Câmara do Funchal e da Santa Casa, situação que terá forçosamente de obedecer a negociações para viabilizar a alienação.

Quem acha que contrariar a decisão de Albuquerque já não vai lá com a Assembleia Regional é o deputado do JPP Élvio Sousa, defendemdo que "não não vai ser contrariada com debates e resoluções na Assembleia. Essa decisão irresponsável só pode ser revertida com uma ação judicial, para a qual precisaremos de todo o apoio cívico e popular".

Élvio Sousa diz que "aquele espaço pertencente aos madeirenses deve, sim, ser adaptado para as necessidades prementes da Região, ou seja, para uma valência de cuidados continuados, lar e de utilidade inter-geracional. O Hospital não está à venda! O Hospital não é propriedade de Albuquerque, do PSD ou do CDS (que anda caladinho e acantonado à sombra do poder). O Hospital é do Povo e dos Madeirenses!

Aliás, aproveito para relembrar uma situação de desrespeito para com os profissionais de saúde daquele hospital. Albuquerque, como responsável político, tem de garantir rapidamente o pagamento em falta pelo trabalho efetuado pelos médicos, enfermeiros e auxiliares de ação médica, e que está em dívida há três anos! Uma sem vergonha!"


 
 
 

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