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Advogado de Calado quer segunda avaliação do diamante mas admite erro

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 8 de fev. de 2024
  • 1 min de leitura

"Aquilo que sei é que há diamantes sintéticos de elevada qualidade. Esses diamantes sintéticos valem menos".





O interrogatório do ex-presidente da Câmara do Funchal, Pedro Calado, que está detido há duas semanas, vai a meio e prossegue esta quinta-feira. O advogado espera que termine hoje.

Paulo Sá e Cunha voltou ontem a abordar o valor do diamante encontrado no gabinete de Calado, mantendo o que disse se tratar de "valor desprezível" quando a TVI revelou que uma avaliação da Casa da Moeda dava conta de um número nada desprezível: 50 mil euros.

O advogado admite estar errado mas quer prova disso com uma segunda avaliação de uma entidade certificada, internacional, e não a Casa da Moeda, que segundo disse não tem certificação para o efeito.

"Tenho todas as razões para manter a minha posição de que o diamante tem valor desprezível, mas têm de me convencer".

Aquilo que sei é que há diamantes sintéticos de elevada qualidade. Esses diamantes sintéticos valem menos do que os diamantes naturais, valem muito menos (...) e também sei o que é necessário fazer para se distinguir um diamante sintético de um diamante natural, em termos laboratoriais é algo que só se pode fazer em determinados laboratórios certificados para o efeito", acrescentou.

 
 
 

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