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Albuquerque contente mas desconfiado com um ano de benefícios ao CINM

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
10 de dez. de 2020
1 min de leitura

Se tivermos condições de atratividade piores do que a Holanda, o Chipre, o Luxemburgo, Malta ou outras praças financeiras, retira-nos competitividade e mata o Centro Internacional de Negócios”


Foi prorrogado IV Regime do CINM. Temia-se que esses benefícios acabassem a 31 de dezembro, mas a decisão chegou.

Mas quem tem reservas é o presidente do Governo, está satisfeito mas “de pé atrás” face a eventuais alterações que coloquem em causa a competitividade

O Chefe do Governo disse estar de pé atrás quanto a uma eventual renegociação das condições do IV Regime, temendo uma cedência aos lóbis, designadamente da extrema esquerda, colocando em causa a competitividade do CINM face a outras praças.

“Se tivermos condições de atratividade piores do que a Holanda, o Chipre, o Luxemburgo, Malta ou outras praças financeiras, retira-nos competitividade e mata o Centro Internacional de Negócios”, referiu Miguel Albuquerque.

Paralelamente, o líder do Executivo disse tratar-se de um contrassenso que os trabalhadores de empresas com sede no CINM, que atuam no mercado global, tenham o conjunto dos seus trabalhadores a desempenhar funções na Região.

 
 
 

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