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  • Henrique Correia

Barreto lembra que o CDS pagava juros de juros quando chegou a Santana


Líder centrista confia em Dinarte para que o CDS continue a mandar em Santana, mas faz homenagem ao legado de Teófilo Cunha.



Quando o CDS chegou à liderança da Câmara de Santana, pela mão de Teófilo, o PSD foi o partido que antes mandou na Câmara. E ontem, quando Rui Barreto esteve presente na entrega de listas do CDS àquela Autarquia do norte, encabeçada por Dinarte Fernandes, lembrou esse tempo:

- "Recordando o legado deixado por Teófilo Cunha, Barreto começou por referir o trabalho iniciado em 2013 quando o partido venceu as eleições pela primeira vez naquele concelho".

Naquele ano, lembrou, “encontrámos uma autarquia com um programa de saneamento financeiro e onde pagávamos juros de juros, obrigando a acordos de regularização de dívida “para recuperar a credibilidade e a confiança dos prestadores de serviços da Câmara”.

E por isso, afirmou, “hoje devemos prestar homenagem ao Teófilo pelo trabalho e dedicação que sempre deu ao concelho de Santana. Devemos respeitar a herança do passado e o legado do Teófilo Cunha”. Um legado que, segundo o presidente dos centristas, foi construído em bases de “confiança e segurança ao serviço da população de Santana”.

Barreto diz ter confiança na equipa e no candidato Márcio Dinarte e garante que o partido está preparado para “com humildade trabalhar para vencer as eleições de 26 de setembro”.

Numa referência aos candidatos da oposição (PSD e PS) disse ainda que “estas próximas eleições para a Câmara não são nenhum concurso de simpatia nem são nenhum estágio à experiência”, sublinhado que o próximo presidente da Câmara de Santana deve ser alguém “com provas dadas” e que já demonstrou capacidade para defender, nos próximos quatro anos, o povo de Santana.



O cabeça-de lista à Câmara Municipal de Santana fez questão de enunciar todas as obras e medidas em curso no concelho, que perfazem um total de investimento de 3,8 milhões de euros, exclusivamente com fundos da autarquia.

Dinarte elegeu como prioridade as obras de proximidade e o apoio à agricultura e aos empresários do setor agrícola, prometendo incluir no manifesto eleitoral medidas especificas para os agricultores.



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